Ao pé do Monte Sinai

Descrição

Em 13 de janeiro de 1898, Georges Clemenceau, político, jornalista e cofundador e proprietário do jornal L’Aurore (A Aurora), publicou no seu jornal o famoso manifesto J’accuse (Eu acuso), de Émile Zola, defendendo o capitão Alfred Dreyfus de acusações de traição e espionagem motivadas por antissemitismo. Apenas três meses depois, Clemenceau publicou Au Pied du Sinaï (Ao pé do Monte Sinai). A obra inclui uma coleção de retratos de judeus da Galícia que podem ser facilmente caracterizados como antissemitas. Clemenceau foi, no entanto, um leal defensor de Dreyfus e, apesar das ilustrações, o texto expressa principalmente sua admiração pela energia do povo judeu, que foi capaz de superar o ódio e a perseguição graças ao seu “mais precioso dom de transformar uma ideia em ação”. Encantado com os movimentos artísticos de sua época, Clemenceau elogiou publicamente a crayon mordant (caneta mordente) de Henri de Toulouse Lautrec em 1894, razão pela qual pediu para ele ilustrar Au Pied du Sinaï. As ilustrações eram formadas por dez litografias, uma capa e um cul-de-lampe (ornamento tipográfico). A edição que apresentamos aqui se limita a 380 exemplares e foi impressa em papel especial.

Data de Criação

Data do Assunto

Informação da Publicação

H. Floury, Paris

Idioma

Título no Idioma Original

Au Pied du Sinaï

Outras Palavras-Chave

Tipo de Item

Descrição Física

107 páginas

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Última Atualização: 8 de julho de 2015