Cópias por fricção de inscrições do ding de Mao Gong, o tripé do duque de Mao

Descrição

O ding de Mao Gong, caldeirão de bronze com tripé, foi escavado no final do período Daoguang (de 1821 a 1850) no condado de Qishan, Shaanxi. Dings eram muito utilizados como vasos de rituais e tornaram-se símbolos hierárquicos durante a dinastia Zhou (por volta de 1046 a 256 a.C.). Esse é o ding mais famoso, sendo Mao Gong seu primeiro dono. Existem 497 caracteres no interior do vaso, a mais longa inscrição em bronze conhecida até hoje. A inscrição registra a história do segundo período do Zhou do Oeste (por volta de 1046 a 771 a.C.), especificamente o reinado do imperador Xuan no século IX a.C., o serviço de seu tio, o duque de Mao, como chefe do governo, e uma lista de honras e recompensas do duque. Era um tesouro nacional. As cópias por fricção do ding na Biblioteca Nacional da China datam de períodos Xianfeng e Tongzhi da dinastia Qing (de 1851 a 1874), época de quando foram criadas por Chen Jieqi (de 1813 a 1884) ou por seu aluno. As imagens são naturais e vivas, dando uma impressão tridimensional. Esse é um conjunto de cópias por fricção totalmente moldadas e possui alto valor. Antes de chegar à biblioteca, a obra fazia parte da coleção de Chen Huaisheng (de 1928 a 1962). Ela inclui uma inscrição feita à mão por Luo Zhenyu (de 1866 a 1940), em estilo de selo grande. Chen Jieqi foi o primeiro colecionador profissional de inscrições do ding de Mao Gong totalmente emolduradas, e suas cópias por fricção podem ser consideradas semelhantes à primeira edição de um livro raro.

Última Atualização: 25 de novembro de 2014