A flor fragrante: Uma obra sobre maneiras, sociedade e cartas

Descrição

Arij al-zahr: kitab akhlaqi, ijtima’i, adabi (A flor fragrante: Uma obra sobre maneiras, sociedade e cartas) é uma coleção de ensaios do xeique Mustafa al-Ghalayini, um professor, escritor libanês muçulmano e autoridade na lei islâmica. Os ensaios abrangem uma série de temas apresentados em um estilo legível. Ghalayini discute o que significa ser um orador e escritor elegante “à boa maneira árabe”, evitando as influências do que ele chama de estilo ‘ujmah (não árabe) ou afranj (europeu). Em outros ensaios, ele trata da natureza da humanidade, as obrigações dos árabes à luz da sua rica história, a importância da educação moderna, correntes políticas locais em Beirute e o lugar das classes sociais em um Estado moderno. Ele convida seus leitores a se tornarem “homens de hoje, e não homens do passado”. Al-Ghalayini teve uma carreira destacada como ativista político, ensaísta e reformador. Ele nasceu e cresceu em Beirute, onde passou a maior parte de sua vida, com exceção de uma breve estadia no Cairo e em Amã. No Cairo, ele aperfeiçoou seus conhecimentos no idioma árabe, trabalhando com professores de al-Azhar, encontrando tempo também para publicar artigos no jornal al-Ahram (As pirâmides). A página de título do Arij al-zahr identifica-o como instrutor de Árabe na Escola Imperial e na Colégio Otomano em Beirute. Entre 1910 e 1911, editou a revista de interesse geral al-Nibras (A lanterna). Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu como capelão militar no exército turco. Em 1917, aos 32 anos, “tirou o turbante do xeque religioso e substituiu-o por um fez”, por causa, como explicou, da pressão da polícia turca para realizar serviços que ele considerava inadequados para um imã. Após a Primeira Guerra Mundial, tornou-se tutor de árabe dos filhos do Rei Abdullah I (1882 a 1951) da Jordânia. Sua política nacionalista levou-o à prisão e ao exílio sob o mandato francês. Mais tarde, por causa de seu compromisso com a defesa das tradições islâmicas frente às autoridades francesas, mais uma vez, “colocou o turbante na cabeça” e recuperou proeminência como nacionalista religioso. Na última década de sua vida, serviu como presidente e depois como conselheiro do Supremo Conselho da Shari’ah Sunita (legal) do Líbano. Arij al-Zahr foi impresso e vendido na Editora e Livraria al-Ahliyah, em Beirute.

Data de Criação

Data do Assunto

Informação da Publicação

Editora al-Ahliyah, Beirute

Idioma

Título no Idioma Original

أريج الزهر: كتاب أخلاقي اجتماعي أدبي

Tipo de Item

Descrição Física

240 páginas: 25 centímetros

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Última Atualização: 16 de janeiro de 2015