África Equatorial Francesa

Descrição

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. África Equatorial Francesa é o Número 108 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A África Equatorial Francesa foi uma divisão administrativa do Império Francês, estabelecida em 1910 sob a responsabilidade de um governador-geral, conferida pelas autoridades de Paris. Nela estão incluídas as colônias do Congo Central (atual República do Congo), Gabão, Chade e Oubangui-Chari (atual República Centro-Africana). O livro trata de geografia política e física, história política, condições sociais e políticas, e condições econômicas. A seção da história política relata os eventos principais pelos quais a França adquiriu esta vasta faixa de território, a definição de suas fronteiras com as colônias vizinhas controladas por outras potências europeias, e as interações entre França e Alemanha, França e Reino Unido e França e Itália, assim como a forma como se relacionavam com o território. A seção econômica registra que as colônias que constituíram a África Equatorial Francesa eram relativamente subdesenvolvidas devido a fatores naturais (poucos cursos d'água, população pequena) e à falta de investimento e outras deficiências da política francesa. A atividade econômica era dominada pelas 13 empresas concessionárias que estavam engajadas principalmente com a extração e exportação de produtos animais e vegetais. Em 1913, as exportações principais eram a borracha, madeira (incluindo madeiras tropicais como ébano e mogno), óleo de baleia e marfim.

Última Atualização: 14 de novembro de 2017