Nova Guiné Holandesa e Ilhas Molucas

Descrição

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Nova Guiné Holandesa e Ilhas Molucas é o Número 87 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O território da Nova Guiné, segunda maior ilha do mundo (depois da Gronelândia), é hoje partilhada entre Indonésia e o Estado de Papua Nova Guiné. O antiga Nova Guiné Holandesa atualmente é a parte indonésia da ilha. As Ilhas Molucas, também conhecidas como Ilhas das Especiarias ou, em indonésio, como Maluku, é um arquipélago situado a oeste de Nova Guiné e também parte da Indonésia. O livro trata de geografia física e política, história política, condições sociais e políticas e condições econômicas, com abordagens separadas de cada um desses tópicos para a Nova Guiné e as Ilhas Molucas. O estudo explica que os holandeses expulsaram os espanhois e portugueses das Molucas do início até meados do século XVII, a fim de consolidar seus monopólios sobre o comércio de cravo-da-índia, noz-moscada e outras especiarias. Eles não estabeleceram uma presença formal na Nova Guiné até 1678, quando firmaram um tratado com o rajá local de Onin. O livro registra que a “maior parte da Nova Guiné Holandesa está totalmente inexplorada. Os nativos estão divididos em diversas tribos constantemente em guerra entre si, e a autoridade holandesa se fixou apenas em partes da costa”.  Uma seção final, intitulada “Observações sobre as principais Ilhas Molucas”, apresenta breves esboços da geografia e economia de 16 ilhas e grupos de ilhas.

Última Atualização: 11 de setembro de 2017