Introdução às colônias das Guianas

Descrição

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Introdução às colônias das Guianas é o Número 134 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O estudo trata de três territórios na costa norte da América do Sul: Guiana Francesa, Guiana Holandesa (atual Suriname) e Guiana Britânica (atual Guiana). O estudo contém duas partes. A primeira trata da “história inicial” da região, incluindo a viagem de 1595 de Sir Walter Raleigh em busca da lendária cidade de El Dorado, do estabelecimento de uma colônia holandesa no rio Essequibo em 1616, e depois dos assentamentos holandeses, britânicos e franceses. Abrange também as guerras anglo-holandesas de 1665 a 1667 e de 1672 a 1674, que, de acordo com o estudo, resultaram na “destruição e devastação de todas as colônias das Guianas”. A história mais recente é contada em outros três estudos na série, Guiana Inglesa (número 135), Guiana Holandesa (número 136), e Guiana Francesa (número 137). A segunda parte desse estudo é um esboço comparativo das condições econômicas nas três colônias. Ele descreve as condições econômicas na Guiana Francesa como “não satisfatórias”, e registra que o uso do território como colônia penal pouco ajudou no desenvolvimento de sua infraestrutura física e econômica. As condições na Guiana Holandesa e Guiana Inglesa foram um pouco melhor, com base na produção e exportação de produtos florestais e agrícolas. A Guiana Inglesa alcançou sua independência em 1966, e a Guiana Holandesa em 1975. A Guiana Francesa é um departamento ultramarino da França.

Última Atualização: 14 de novembro de 2017