Arábia

Descrição

Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pela preparação de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Arábia é o Número 61 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais publicados após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O capítulo I discute geografia física e política. O capítulo II aborda a história política dos 12 estados autônomos que naquela época ocupavam a Península Arábica: o Xarifado de Meca, também conhecido como Reino de Hejaz; o Principado Idríssida de Sabia, em Asir; o Imamato de Sana, no Iêmen; o Emirado de Hail, em Jebel Shammar; o Emirado de Riade ao sul do Néjede; o Emirado do Koweit; o Xeicado das Ilhas do Bahrain; o Xeicado de El-Katr; o domínio dos cinco “Líderes da Trégua” e suas dependências; o Sultanato de Mascate, em Omã; o Sultanato de Kishn e Sokotra, o Sultanato de Kaati de Makalla e de Hadhramaut ocidental e o Kathiri de Hadhramaut oriental; e, finalmente, a terra dos líderes autônomos sob o tratado com Aden. O capítulo III discute as condições políticas, com ênfase particular na entrada da Turquia na Primeira Guerra Mundial como aliada da Alemanha e da Áustria-Hungria, além da aliança entre Grã-Bretanha e as forças do nacionalismo árabe contra os turcos. O capítulo IV é dedicado às condições econômicas. Olhando para o período do pós-guerra, o estudo previu que “a península provavelmente continuará dividida internamente entre vários Estados autônomos, como já está hoje em dia”.

Última Atualização: 14 de novembro de 2017