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Região Entre o Rio Amazonas e São Paulo
Este mapa em aquarela e bico-de-pena mostra o curso do Rio Amazonas, incluindo seus afluentes menores e as cidades localizadas ao longo de suas margens. Embora grande parte da área ao longo do Amazonas fosse controlada por povos indígenas durante os primeiros anos do período colonial, os colonizadores fundaram cidades ao longo das margens do rio, a fim de apoiarem o comércio e a exploração do interior do Brasil. A maior destas cidades era Belém, que aparece no mapa.
Fortaleza de Brum em Pernambuco
Este planta baixa do século XIX, feita por um capitão da inspeção de fortalezas do Exército Brasileiro, mostra a fortaleza de Brum, que foi construída pelos holandeses e portugueses no século XVII.
Mapa do Império Brasileiro
Este mapa detalhado do Brasil Imperial foi desenhado por Conrado Jacob Niemeyer (1788-1862) baseado em um mapa anterior de Duarte da Ponte Ribeiro, o Barão de Ponte Ribeiro (1795-1878). Após iniciar sua carreira como médico, Ponte Ribeiro tornou-se um importante diplomata durante os primeiros anos da Independência do Brasil, representando seu país em Portugal, México, Peru, Bolívia e Argentina. Niemeyer foi um engenheiro que ficou mais conhecido pela construção, às próprias custas, de uma das principais estradas que ligam os diversos bairros do Rio de Janeiro; esta estrada hoje leva ...
Mapa em Que os Rios da Argentina, Paraná e Paraguai são Descritos com Maior Exatidão pela Primeira Vez, Quando uma Iniciativa foi Realizada pelo Nova Colônia até a Foz do Rio Jauru
Este atlas da América do Sul colonial é de Miguel Antonio Ciera. Notável matemático e professor de astronomia da Universidade de Coimbra, em Portugal, Ciera fez parte de uma expedição enviada para demarcar a fronteira entre os territórios espanhois e portugueses na América do Sul, após a assinatura do Tratado de Madri, em 1750, e da Guerra dos Guaranis, em 1756. O atlas concentra-se na parte sul do continente, na bacia hidrográfica do rio Paraná, onde as fronteiras eram mais disputadas. O território, no atlas,a atual Argentina e o ...
O Baía de Todos os Santos
Este mapa de Joan Blaeu (1596-1673), um dos mais importantes cartógrafos holandeses, mostra a Baía de Todos os Santos, ao largo da costa do Brasil. A baía foi batizada por Américo Vespúcio que, segundo se acredita, nela adentrou em 1 de novembro, Dia de Todos os Santos, no ano de 1501. A cidade de Salvador está localizada na baía.
Brasil: Classe da Noble, de Amores, e de Cartas...
Este mapa do Brasil é uma obra de Joan Blaeu (1596-1673), um dos cartógrafos Holandeses mais famosos. Blaeu recebeu formação de advogado, mas posteriormente se juntou ao estúdio do seu pai, o cartógrafo Willem Blaeu, em Amsterdam. Junto com seu pai e irmão Cornelis, Joan Blaeu publicou o Atlas Novus (Nova Atlas), uma obra de 11 volumes constituída por 594 mapas. Mais tarde Joan Blaeu tornou-se no cartógrafo oficial da Companhia das Índias Orientais Holandesa.
Nova imagem do Brasil
Este mapa do Brasil é obra de Willem Blaeu (1571-1638), o fundador de uma famosa dinastia de cartógrafos Holandeses. Blaeu estudou astronomia, matemática, e produção de globos com o acadêmico Dinamarquês Tycho Brahe antes de fundar seu estúdio de criação de mapas em Amsterdam. Em 1633, ele foi designado cartógrafo da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. Em 1635, junto com seus filhos Joan e Cornelis, Blaeu publicou o Atlas Novus (Novo Atlas), uma obra de 11 volumes constituída por 594 mapas.
Paraguai, ou Província do Rio de la Plata, com as Regiões Adjacentes Tucamen e Santa Cruz de la Sierra
Este mapa do Paraguai e da bacia do Rio da Prata é obra de Willem Blaeu (1571-1638), o fundador da famosa dinastia de cartógrafos Holandeses. Blaeu estudou astronomia, matemática, e produção de globos com o acadêmico Dinamarquês Tycho Brahe antes de estabelecer seu estúdio de criação de mapas em Amsterdam. Em 1633, ele foi designado cartógrafo da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais. Em 1635, junto com seus filhos Joan e Cornelis, Blaeu publicou o Atlas Novus (Novo Atlas), uma obra de 11 volumes constituída por 594 mapas.
Guiana, ou, o Reino do Amazonas
Este mapa da Guiana colonial (atualmente o Suriname), é obra de Jan Jannson (falecido em 1664), um cartógrafo holandês que casou com um membro da família Hondius, de cartógrafos ilustres. Jodocus Hondius (1563-1612) e seus filhos, e Jodocus e Henricus, gravou mapas das Américas e da Europa, e foram determinantes na popularização da obra de Gerard Mercator, o criador da Projeção de Mercator, que possibilitou aos navegadores a utilização de um mapa plano refletindo a curvatura do globo. A família Hondius publicou um atlas de bolso primitivo, do mapa Mercator ...
A mais precisa imagem do Brasil.
Este mapa antigo, mostrando o estado da Bahia, no Brasil, é obra de Henricus Hondius (falecido em 1638), membro da famosa família holandesa de cartógrafos.  Seu pai, Jodocus Hondius (1563-1612), adquiriu as chapas para o atlas de Gerard Mercator Atlas em 1604 e, em 1606, publicou uma nova edição desta obra. Henricus e seu cunhado, Jan Jannson (falecido em 1664), publicaram o Novus Atlas (Novo Atlas), em 1637. Os mapas holandeses do século XVI  eram marcados por inserções ilustradas, conforme se observa neste mapa e eram, em geral, o trabalho ...
Imagem Nova e Precisa do Brasil Inteiro / Johann Blaev I.F.
Este mapa do Brasil é trabalho de Joan Blaeu (1596-1673), um dos mais importantes cartógrafos holandeses. Originalmente formado em direito, Blaeu associou-se aos negócios do seu pai, o cartógrafo Willem Blaeu (1571-1638), em Amsterdam. Com seu pai e seu irmão Cornelis (falecido em 1648), Joan Blaeu publicou o Atlas Novus (Nova Atlas), uma obra de 11 volumes constituída por 594 mapas. Mais tarde, Joan Blaeu  tornou-se o cartógrafo oficial da Companhia das índias Orientais Holandesa. Durante o século XVII, a Holanda tornou-se uma grande potência naval e comercial, e seus ...
Isabel, Princesa do Brasil
A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. Esta fotografia mostra a Princesa Isabel, filha de Pedro II e, até a abolição da monarquia, em 1889, a herdeira do trono Brasileiro. Foi tirada por Joaquim José Insley Pacheco (1830-1912), um ...
Paranaguá
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná: estação do Porto de D. Pedro II, quilômetro 2200
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná: estação de Alexandra, quilômetro 15
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná: estação de Morretes, quilômetro 40,900
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná: ponte sobre o rio Ribeirão, quilômetro 14,053. Dois vãos de 20 metros
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná: ponte sobre o rio Bom Jardim, quilômetro 48,660. Um vão de 30 metros
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná: aterro da Volta Grande, quilômetro 50
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Província do Paraná. Túnel Sanga Funda, quilômetro 53,607
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná: quilômetro 58,609, morro do Marumbí
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná: túnel Boa Vista, quilômetro 58,299
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro de Paranaguá a Curitiba. Província do Paraná
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Araucaria angustifolia, árvore conhecida como pinheiro-brasileiro ou pinheiro-do-paraná
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Estrada de Ferro do Paraná
A linha de Paranaguá a Curitiba da Estrada de Ferro do Paraná, no Brasil, foi construída entre 1880 e 1884. A obra foi dividida em três partes: de Paranaguá a Morretes, de Morretes a Roça Nova, e de Roça Nova a Curitiba. A equipe de construção foi chefiada pelo engenheiro João Teixeira Soares. A construção foi um marco na engenharia brasileira, pois envolvia cruzar a Serra do Mar. Em 1917 um escritor britânico descreveu essa linha: “O ponto mais alto chega a 3.122 pés (952 metros), após uma subida ...
Guiana e Caribana
Este mapa de parte da costa norte da América do Sul é uma versão holandesa de um mapa originalmente produzido por volta de 1650 por Nicolas Sanson (1600 a 1667), geógrafo real dos reis Luís XIII e Luís XIV e comumente conhecido como o pai da cartografia francesa. Várias edições copiadas de Sanson foram impressas no início do século XVIII. O mapa cobre a região da ilha de Trinidad e a foz do rio Orinoco no oeste da foz do rio Amazonas no sudeste. Sanson divide essa área em Nova ...
Mapa de toda a Guiana ou da costa selvagem, e as Índias Ocidentais Espanholas no terminal norte da América do Sul
Este mapa holandês do século XVIII, produzido em Amsterdã pelo editor Isaak Tirion (1705, aproximadamente a 1769, aproximadamente), mostra a costa norte da América do Sul e de suas ilhas próximas, incluindo Curaçao, Bonaire e ilhas vizinhas; Trinidad e Tobago; e Granada. A Guiana é dividia, de oeste a leste, em seções espanholas, holandesas e francesas, correspondendo aproximadamente a uma parte da atual Venezuela e atual Guiana, Suriname e Guiana Francesa. O território ao sul da Guiana, atual Brasil, está marcado como Português. Três escalas são fornecidas no mapa principal ...
O Rio Maranhão ou Rio Amazonas com a Missão da Companhia de Jesus
Este mapa do Rio Amazonas é de Samuel Fritz (1654-1728), um missionário jesuíta que mapeou a bacia do Rio Amazonas. Nascido na província da Bohemia (agora parte da República Tcheca), Fritz tornou-se sacerdote em 1673. Em 1684,ele foi enviado a Quito, no atual Equador, como missionário e passou os próximos 40 anos ministrando ao povo nativo da região do Alto Maranhão. Ele começou a mapear a região como parte de um projeto para determinar as fronteiras das terras missionárias, terras espanholas e terras portuguesas. Mais tarde, ele realizou um ...
Extensão e Localização dos Governos de Santa Cruz de la Sierra, Matogroso, Cuyaba, e das Cidades de Americanos Nativos Chamado Chiquitos
Este mapa mostra as atuais províncias bolivianas de Santa Cruz de la Sierra e Chiquitos, e o estado brasileiro de Mato Grosso. O mapa indica os povoados dos nativos, conhecidos naquela época como Chiquitos. Essa região foi um centro de atividade jesuíta e muitos dos povoados podem ter sido os remanescentes de centros jesuítas, chamados reducciones (reduções ou municípios). Os jesuítas iniciaram sua obra missionária na América do Sul em 1609. No auge de suas atividades, eles patrocinavam 40 comunidades que abrigavam mais de 150.000 nativos. As principais cidades ...
Mapa da Costa Brasileira, Que Vai da Ilha de Santa Ana até Joatinga, Copiado de um Mapa Português e Impresso em Janeiro de 1785
Este mapa espanhol, que mostra parte da costa brasileira, é uma cópia de um mapa português anterior. O mapa inserido no canto superior esquerdo mostra o porto do Rio de Janeiro.
Mapa da Batalha de Catalão: Datado 4 Janeiro de 1817
Este mapa manuscrito, colorido à mão, mostra a Batalha de Catalão, em 4 de janeiro de 1817, na qual o Exército Português, operando do sul do Brasil, derrotou as forças lideradas por José Gervasio Artigas, o líder da luta pela independência uruguaia. Portugal estava tacitamente aliado ao governo, em Buenos Aires, que buscava manter seu domínio sobre a província oriental da Argentina que se tornaria o país independente do Uruguai.
Mapa da Baía de Todos os Santos no Sul do Brasil
Este mapa de navegação espanhol mostra a Baía de Todos os Santos, ao largo da costa do Brasil. Indicadas no mapa estão medições da profundidade da água na baía, ilhas e fortificações costeiras e outros marcos.
Mapa Geográfico do Brasil
Este mapa do Brasil foi publicado por Giovanni Battista Albrizzi (1698-1777), um proeminente editor veneziano de livros e mapas. As notas no mapa, em italiano, incluem várias observações especulativas acerca das pessoas e da geografia do interior do Brasil, nessa época, ainda bastante desconhecido dos europeus. Albrizzi, que herdou o negócio do pai, fazia parte de uma família ativa na publicação e venda de livros em Veneza há 150 anos. Ele desempenhou um importante papel na vida intelectual da cidade e editou um boletim semanal, Novelle della Repubblica delle Lettere ...
Brasil, Cuja Costa é de Posse Portuguesa, Dividido em Quatorze Capitanias, o Centro do País é habitado por Muitos Povos Quase Todos Eles Desconhecidos
Este mapa do litoral do Brasil português foi feito por um dos maiores cartógrafos franceses, Nicolas Sanson (1600-67). Sanson deu aulas de geografia para os reis Luís XIII e Luís XIV. Ele foi também nomeado geógrafo oficial do rei e seus dois filhos mais jovens o sucederam nesta função. Até Sanson, o campo da cartografia era dominado pelos holandeses, cujos mapas favoreciam mais a estética do que propriamente a exatidão. Os mapas de Sanson, famosos pela sua precisão, bem como pela sua elegância, representaram uma mudança na hegemonia do campo ...
Curso do Rio São [Francisco] e a Navegação Ao Longo dele de São Paulo para as Minas de Pitangui
Este mapa manuscrito do início do século XVIII mostra o Rio São Francisco, no estado brasileiro de Minas Gerais. Neste período, os portugueses enviaram numerosas expedições subindo o São Francisco e seus afluentes, em busca de ouro, prata e diamantes.
Estação Ferroviária Nova Friburgo
A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. Esta fotografia mostra a estação ferroviária em Nova Friburgo, a qual era parte da Ferrovia Cantagalo, que ligava o distrito de Porto das Caixas, no município de ...
Palácio Imperial e Adjacências
A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. O Palácio de Verão era a residência preferida de Pedro II, que iniciou sua construção em Petrópolis, subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, em 1845. Em ...
Igreja Matriz: Vista Frontal
A Coleção Thereza Christina Maria é composta por 21.742 fotografias, reunidas pelo Imperador Pedro II ao longo de sua vida e por ele doadas à Biblioteca Nacional do Brasil. A coleção abrange uma ampla variedade de temas. Documenta as conquistas do Brasil e do povo brasileiro no século XIX, e também inclui muitas fotografias da Europa, África e da América do Norte. A Igreja Matriz (Igreja Matriz) de Petrópolis era localizada na Rua da Imperatriz, agora conhecida como Rua Sete de Setembro. A igreja foi demolida em 1924, mas ...
Rua do Imperador
Esta fotografia pertence ao álbum Vistas de Petrópolis, criado nos anos de 1860 por Pedro Hees (1841 a 1880), um dos primeiros e mais importantes fotógrafos do Brasil. Petrópolis foi fundada por um decreto do governo em 16 de março de 1843 e recebeu tal nome em homenagem ao Imperador Pedro II (1825 a 1891, reinou de 1831 a 1889). O decreto outorgou a construção do Palácio Imperial e suas dependências e jardins, que formaram a Quinta Imperial de Petrópolis. Chamada de Cidade Imperial por sua associação com a família ...
Rua Nassau e Colégio Kopke
Esta fotografia pertence ao álbum Vistas de Petrópolis, criado nos anos de 1860 por Pedro Hees (1841 a 1880), um dos primeiros e mais importantes fotógrafos do Brasil. Petrópolis foi fundada por um decreto do governo em 16 de março de 1843 e recebeu tal nome em homenagem ao Imperador Pedro II (1825 a 1891, reinou de 1831 a 1889). O decreto outorgou a construção do Palácio Imperial e suas dependências e jardins, que formaram a Quinta Imperial de Petrópolis. Chamada de Cidade Imperial por sua associação com a família ...
Rua dos Artistas
Esta fotografia pertence ao álbum Vistas de Petrópolis, criado nos anos de 1860 por Pedro Hees (1841 a 1880), um dos primeiros e mais importantes fotógrafos do Brasil. Petrópolis foi fundada por um decreto do governo em 16 de março de 1843 e recebeu tal nome em homenagem ao Imperador Pedro II (1825 a 1891, reinou de 1831 a 1889). O decreto outorgou a construção do Palácio Imperial e suas dependências e jardins, que formaram a Quinta Imperial de Petrópolis. Chamada de Cidade Imperial por sua associação com a família ...