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Grandes rotas comerciais do Saara
Este mapa de rotas comerciais transaarianas de 1889, do explorador francês Edouard Blanc, reflete a crescente prioridade dada pelos europeus ao comércio terrestre durante a “corrida pela África” imperial do final do século XIX. Em artigos sobre sua obra, Blanc destacou a importância de identificar rotas geográficas “naturais” que ligariam territórios coloniais franceses na África Ocidental, como o Senegal, à Argélia na África Setentrional, além de conectarem a costa mediterrânea ao Sudão e África Central. Blanc baseaou seus mapas não apenas em suas próprias viagens, mas também em quase um ...
Fornecido por Biblioteca do Congresso
Mapa da Polônia: destacando suas províncias e voivodias, 1772
Já que o território da atual Bielorrússia fez parte do Grão-Ducado da Lituânia, da Comunidade Polaco-Lituana e, desde o final do século XVIII, do Império Russo, a história do mapeamento das terras bielorrussas está intimamente relacionada ao desenvolvimento da cartografia na Europa Ocidental e na Rússia. Józef Aleksander Jabłonowski, governador da vila de Novogrudok (na atual Bielorrússia), era um colecionador ávido de obras cartográficas. Sob a supervisão de Jabłonowski e com seu apoio financeiro, o cartógrafo italiano Giovanni Antonio Rizzi-Zannoni criou a famosa Carte de la Pologne : Divisée par provinces ...
Guiana e Caribana
Este mapa de parte da costa norte da América do Sul é uma versão holandesa de um mapa originalmente produzido por volta de 1650 por Nicolas Sanson (1600 a 1667), geógrafo real dos reis Luís XIII e Luís XIV e comumente conhecido como o pai da cartografia francesa. Várias edições copiadas de Sanson foram impressas no início do século XVIII. O mapa cobre a região da ilha de Trinidad e a foz do rio Orinoco no oeste da foz do rio Amazonas no sudeste. Sanson divide essa área em Nova ...
Carta de Alfred Nobel a Bertha von Suttner, criando o Prêmio Nobel da Paz
Alfred Nobel (1833 a 1896) foi um engenheiro e empresário de origem sueca conhecido por ter inventado a dinamite. Com 43 anos, Nobel colocou um anúncio em um jornal dizendo: “Homem de idade rico e de excelente educação busca senhora de idade madura, versada em línguas, para secretária e supervisora doméstica”. Uma mulher austríaca, a Condessa Bertha Kinsky, candidatou-se e ganhou o cargo. A condessa trabalhou para Nobel por um curto período, antes de retornar à Áustria e se casar com o Conde Arthur von Suttner. Bertha von Suttner tornou-se ...
Resumo da petição dos trabalhadores ferroviários de origem húngara e da proteção das minorias na Tchecoslováquia
Após a Primeira Guerra Mundial, os Estados da Europa central e oriental foram forçados pelos Aliados vitoriosos e por potências associadas a assinar acordos que garantiam a igualdade religiosa, social e política das populações minoritárias. Os Estados abrangidos eram Áustria, Bulgária, Tchecoslováquia, Grécia, Hungria, Polônia, Romênia e Iugoslávia. Grupos ou indivíduos que acreditavam ter sido discriminados por razões étnicas ou linguísticas poderiam realizar uma petição na Liga das Nações pela reparação do Conselho. A Seção de Minorias dentro do Secretariado da Liga foi responsável por avaliar as petições que chegavam ...
Petição dos trabalhadores ferroviários de origem húngara, rascunho de resposta, argumentos legais
Após a Primeira Guerra Mundial, os Estados da Europa central e oriental foram forçados pelos Aliados vitoriosos e por potências associadas a assinar acordos que garantiam a igualdade religiosa, social e política das populações minoritárias. Os Estados abrangidos eram Áustria, Bulgária, Tchecoslováquia, Grécia, Hungria, Polônia, Romênia e Iugoslávia. Grupos ou indivíduos que acreditavam ter sido discriminados por razões étnicas ou linguísticas poderiam realizar uma petição na Liga das Nações pela reparação do Conselho. A Seção de Minorias dentro do Secretariado da Liga foi responsável por avaliar as petições que chegavam ...
Mandato francês para a Togolândia
Em decorrência da Primeira Guerra Mundial, a Alemanha perdeu suas colônias e o Império Otomano foi dividido e forçado a entregar o controle dos territórios no Oriente Médio. Um Pacto da Liga das Nações estabeleceu um sistema sob o qual a Liga conferia a certos Estados mandatos para governar antigas colônias que, na linguagem do Pacto, eram “habitadas por povos ainda incapazes de defenderem-se sob as árduas condições do mundo moderno”. A Grã-Bretanha e o Império Britânico, a França, a Bélgica e o Japão receberam mandatos para administrar vários territórios ...
Mandato para a Palestina e memorando do governo britânico sobre sua candidatura à Transjordânia
Após a Primeira Guerra Mundial, o Pacto da Liga das Nações estabeleceu um sistema por meio do qual a Liga detia o poder de conferir a certas potências vitoriosas mandatos para administrar territórios antes ocupados pela Alemanha ou pelo Império Otomano. Os territórios mandatados deveriam ser governados em nome da Liga, até o momento em que pudessem se tornar independentes. Em 16 de setembro de 1922, o Conselho da Liga aprovou um mandato para a Grã-Bretanha sobre a Palestina, antes parte do Império Otomano. O mandato previa a eventual criação ...
Convenção sobre a escravidão
A Convenção sobre a escravidão de 1926 foi um acordo entre os estados membros da Liga das Nações que obrigava os signatários a eliminar a escravidão, o comércio de escravos e o trabalho forçado em seus territórios. Ela definia a escravidão como o estado ou a condição de uma pessoa sobre a qual poderes de propriedade são aplicáveis; o tráfico de escravos como atos envolvendo a captura, a venda ou o transporte de pessoas escravizadas; e o trabalho forçado como uma “condição análoga à escravidão” que precisava ser regulado e ...
Passaporte Nansen com selos
O passaporte Nansen era um certificado emitido pelo Comitê Internacional Nansen para os Refugiados como um substituto internacional de um passaporte comum, que permitia que pessoas apátridas ou privadas de seus passaportes nacionais entrassem e transitassem em outros países. O Comitê Nansen foi o sucessor da primeira agência internacional a lidar com refugiados, a Alta Comissão para Refugiados, criada em junho de 1921 pela Liga das Nações sob a direção do explorador e estadista norueguês Fridtjof Nansen (1861 a 1930). O Secretariado da Liga assumiu a responsabilidade por refugiados internacionais ...
Atentados à bomba na Espanha. Petição enviada à Liga das Nações pela Organização Internacional do Trabalho, pelo presidente do Conselho do Trabalho, Miguel Santalo
A Guerra Civil Espanhola de 1936 a 1939 envolveu uma revolta prolongada das forças lideradas pelo general nacionalista Francisco Franco contra o governo republicano espanhol, que no fim das contas acabou sendo tomado pelos nacionalistas. Sob a liderança do ditador Benito Mussolini, a Itália apoiou os nacionalistas com o fornecimento de armas e o envolvimento militar direto. Entre 16 e 18 de março de 1938, forças italianas realizaram um bombardeio aéreo na Barcelona controlada pelos republicanos, em apoio aos nacionalistas, o que resultou na morte de mais de 1000 civis ...
Atentados à bomba na Espanha. Esboço de resposta da Liga das Nações
No dia 31 de março de 1938, Miguel Santalo, presidente do Conselho do Trabalho da República Espanhola, enviou uma petição ao diretor da Organização Internacional do Trabalho solicitando que a Liga das Nações condenasse a Itália por seu bombardeio, entre 16 e 18 de março de 1938, da cidade de Barcelona, que resultou na morte de mais de 1000 civis. A ação italiana foi realizada em apoio às forças nacionalistas do General Francisco Franco, que estavam lutando para derrubar o governo da República Espanhola. Santalo argumentou que o bombardeio contrariava ...
Convenção para a Prevenção e Punição do Terrorismo
O documento apresentado aqui é uma cópia de arquivo da Convenção para a Prevenção e Punição do Terrorismo, que foi adotada por 24 países membros da Liga das Nações em 16 de novembro de 1937. As páginas finais do documento contêm as assinaturas dos representantes dos Estados. Em alguns casos, ressalvas, sejam digitadas ou escritas à mão, acompanhavam as assinaturas. O governo francês propôs, após o assassinato do Rei Alexandre I da Iugoslávia, em Marselha, por separatistas croatas e macedônios, que a Liga adotasse uma convenção sobre terrorismo. O texto ...
Convenção sobre o Estatuto Internacional dos Refugiados
Este documento é o texto original datilografado da Convenção sobre o Estatuto Internacional dos Refugiados, que foi concluído em 28 de outubro de 1933, por cinco países — Bélgica, Bulgária, Egito, França e Noruega — e a que, subsequentemente, vários outros países aderiram. A convenção foi a mais ampla tentativa, da parte da Liga das Nações, de definir as responsabilidades dos Estados em relação aos refugiados. Ela surgiu a partir de quatro acordos multilaterais da Liga que foram adotados entre 1922 e 1928 em resposta a problemas de refugiados causados pela Primeira ...
Protocolo para a resolução pacífica de disputas internacionais
O documento apresentado aqui é uma cópia de arquivo do Protocolo para a resolução pacífica de disputas internacionais, que foi adotado como resolução pela Assembleia da Liga das Nações em sua quinta seção, do dia 1º de outubro de 1924, e aberto para assinatura dos Estados membros no dia seguinte. As quatro últimas páginas do documento contêm assinaturas datadas dos embaixadores de 19 países que aderiram ao protocolo. Eles incluem França, Bélgica e outros países europeus, Etiópia e vários países da América Latina. O artigo 10 do Pacto da Liga ...
Memorando sobre a organização de um sistema de união europeia federal
No encontro anual da Assembleia da Liga das Nações, em setembro de 1929, o ministro de relações exteriores Aristide Briand, da França, propôs o estabelecimento de uma união europeia federal para coordenar práticas econômicas e políticas. Briand acreditava que a união proposta deveria ser criada dentro da estrutura da Liga e prometeu enviar um plano detalhado para uma união federal dos 27 estados europeus que eram membros da Liga. Mostra-se aqui o plano de Briand, que foi publicado para discussão no dia 1º de maio de 1930. A proposta foi ...
Nacionalidade europeia — O que você precisa saber sobre a Europa e a nacionalidade europeia
No encontro anual da Assembleia da Liga das Nações, em setembro de 1929, o ministro de relações exteriores Aristide Briand, da França, propôs o estabelecimento de uma união europeia federal para coordenar práticas econômicas e políticas. Briand acreditava que a união proposta deveria ser criada dentro da estrutura da Liga e prometeu enviar um plano detalhado para tal união federal aos 27 estados europeus que eram membros da Liga. A iniciativa inspirou a formação do Gabinete da Nacionalidade Europeia, não governamental, que lançou uma campanha pública pelo apoio a uma ...
Tratados de Locarno: Tratado entre Alemanha, Bélgica, França, Grã-Bretanha e Itália
O documento apresentado aqui é uma cópia de arquivo do tratado concluído pelos governos da Alemanha, Bélgica, França, Grã-Bretanha e Itália, na cidade de Locarno, Suíça, em 16 de outubro de 1925. A última página contém selos diplomáticos e assinaturas de representantes de cinco potências signatárias, incluindo o ministro de relações exteriores da Alemanha, Gustav Stresemann, o ministro de relações exteriores da França, Aristide Briand, e o primeiro-ministro, Stanley Baldwin, da Grã-Bretanha. O texto está em francês. Também conhecido como Pacto de Locarno, o tratado garantia a inviolabilidade da fronteira ...
Sinais Internacionais. Comitê Permanente sobre Tráfego Rodoviário
A Organização para as Comunicações e o Trânsito foi uma organização técnica da Liga das Nações, responsável pela promoção de cooperação internacional em áreas como o tráfego rodoviário internacional, o transporte ferroviário e a navegação de cabotagem, navegação por portos e marítima, unificação dos sinais de trânsito e de sinais marítimos, simplificação de passaportes e de procedimentos para visto e transmissão de energia elétrica para além de fronteiras nacionais. A organização estabeleceu vários comitês permanentes e temporários para áreas de política específica, incluindo o Comitê Permanente sobre Tráfego Rodoviário. A ...
Conferência Internacional sobre o Uso do Esperanto
O Esperanto é uma língua sintética elaborada pelo oftalmologista polonês Ludwik Lazar Zamenhof (1859 a 1917), que, em 1887, publicou um panfleto em russo, polonês, francês e alemão descrevendo o Esperanto e propondo-o como uma segunda língua fácil de ser aprendida. Um movimento internacional pelo Esperanto desenvolveu-se na década de 1890, culminando no primeiro congresso mundial de falantes do Esperanto, em 1905. Após a Primeira Guerra Mundial, a Liga das Nações considerou adotar o Esperanto como língua comum de trabalho e ser ensinada nas escolas, mas as propostas neste sentido ...
A grande parada
Esta charge política foi criada em 1932 por Alois Derso (1888 a 1964) e Emery Kelen (1896 a 1978). Derso e Kelen eram húngaros que trabalhavam para a Liga das Nações, em Genebra, onde se tornaram conhecidos por seus retratos satíricos da Liga e de suas conferências. “A grande parada” aborda a Conferência para a Redução e Limitação de Armamentos, de 1932, em Genebra. Ela mostra uma procissão de políticos correndo pela página usando versões cômicas de seus trajes nacionais. Adolf Hitler, da Alemanha, o primeiro-ministro Saitō, do Japão, e ...
Situação militar na Manchúria antes de 18 de setembro de 1931. Mapa preparado para o Relatório Lytton sobre o Conflito Sino-Japonês
Na noite de 18 de setembro de 1931, ativistas anti-japoneses detonaram explosivos na Ferrovia do Sul da Manchúria, de propriedade japonesa, no nordeste da China. O exército japonês usou o incidente como pretexto para invadir a Manchúria e rapidamente ocupou suas principais cidades. A China solicitou ajuda às potências mundiais. O Conselho da Liga das Nações, apoiado pelos Estados Unidos, buscou negociar uma solução pacífica para o conflito. No início de 1932, o Conselho despachou uma comissão de investigação para a China sob a liderança do diplomata britânico Conde de ...
Discurso de Sua Majestade Haile Selassie I, imperador da Etiópia, na Assembleia da Liga das Nações, na sessão de junho e julho de 1936
No início da década de 1930, o ditador italiano Benito Mussolini estava determinado a expandir o império africano da Itália anexando a Etiópia. Em dezembro de 1934, um conflito, provocado pelos italianos, ocorreu entre as forças armadas italianas e etíopes em Walwal, no lado etíope da fronteira da Somalilândia italiana. Mussolini declarou o incidente “um ato de auto-defesa” e, dessa forma, não sujeito à arbitragem sob acordos internacionais. A Itália exigia compensação e reconhecimento formal da região como território italiano. Quando o Imperador Haile Selassie recusou-se a aceitar essas exigências ...
Angústia das nações
Esta obra é uma história de Bucara (no atual Uzbequistão), escrita por Said Mir Mohammed 'Ālim Khan (1880 a 1944), o último emir de Bucara. Entre 1785 e 1920, Bucara foi governada por oito emires da dinastia Manghit. Após a conquista russa de Samarcanda em 1868, o emirado de Bucara tornou-se um protetorado russo. Alim Khan assumiu o poder em 1910, após a morte de seu pai, Abdulahad Khan. Alim Khan foi deposto pelo Exército Vermelho em setembro de 1920, exilou-se e, finalmente, estabeleceu-se em Cabul, no Afeganistão. O título ...
Fornecido por Biblioteca do Congresso
Livro razão de negócios da Editora de Plantin, 1563 a 1567
A Officina Plantiniana, também conhecida como Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada na Antuérpia em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Aqui, vemos o livro razão de negócios da editora referente ao período de 1563 a 1567, quando Plantin teve de fornecer a seus parceiros financeiros ...
Rascunhos de cartas enviadas por Jan Moretus I, 1572 a 1581
A Officina Plantiniana, também conhecida como Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada na Antuérpia em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Aqui, vemos um volume que contém as cópias das cartas enviadas pelo genro de Plantin, Jan Moretus I (1543 a 1610), durante os anos de ...
Rascunhos de cartas enviadas por Christopher Plantin e Jan Moretus I, 1579 a 1590
A Officina Plantiniana, também conhecida como Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada na Antuérpia em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Aqui, vemos um volume que contém cópias das cartas enviadas por Christopher Plantin e por seu genro, Jan Moretus I (1543 a 1610) durante os ...
Rascunhos de cartas enviadas por Jan Moretus I, 1591 a 1602
A Officina Plantiniana, também conhecida como Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada na Antuérpia em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Aqui, vemos um volume que contém cópias das cartas enviadas por Jan Moretus I (1543 a 1610) entre 1591 e 1602. Moretus, genro de Plantin ...
Rascunhos de cartas enviadas por Balthasar Moretus I, 1598 a 1607
A Officina Plantiniana, também conhecida como Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada na Antuérpia em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Aqui, vemos um volume que contém cópias das cartas enviadas por Balthasar Moretus I (1574 a 1641) entre 1598 e 1607. Jan Moretus I, genro ...
Rascunhos de cartas enviadas por vários membros da família Plantin-Moretus entre 1597 e 1617
A Officina Plantiniana, também conhecida como Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada na Antuérpia em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Aqui, vemos um volume que contém cópias das cartas enviadas por Jan Moretus I (1543 a 1610) e seus herdeiros, Balthasar Moretus I (1574 a ...
Livro razão, 1590 a 1599
A Officina Plantiniana, também conhecida como Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada na Antuérpia em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Aqui, vemos um livro razão que fornece um resumo dos journaux (livros de contabilidade) diários das atividades da editora entre os anos 1590 e 1599 ...
Livro razão, assinado D., 1590 a 1614
A Officina Plantiniana, também conhecida como Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada na Antuérpia em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Esse livro razão contém um resumo da contabilidade da editora entre os anos de 1590 a 1614, bem como das transações com familiares e contatos ...
Livro razão, 1600 a 1608
A Officina Plantiniana, também conhecida como a Editora de Plantin ou Plantijnse Drukkerij, foi fundada em 1555 por Christopher Plantin (1520 a 1589), o maior tipógrafo, impressor e editor de seu tempo. A Officina cresceu e se transformou na maior gráfica e editora da Europa, ajudando a transformar a Antuérpia, juntamente com Veneza e Paris, em um dos centros editoriais mais importantes do Ocidente. Aqui, vemos um livro razão que fornece um resumo dos journaux (livros de contabilidade) diários das atividades da editora de 1600 a 1608, quando Jan Moretus ...
Novo mapa geral das províncias asiáticas/orientais do Império Otomano: sem a Arábia
Este grande mapa em francês, que contém riqueza de detalhes sobre as províncias asiáticas do Império Otomano, é do geógrafo e cartógrafo alemão Heinrich Kiepert. O mapa foi criado em 1884, mas uma nota indica que as rotas de ferrovias foram atualizadas em 1912. Nomes de locais importantes são fornecidos em vários idiomas. O Mar Mediterrâneo, por exemplo, é listado em francês, grego, turco e árabe. Uma tabela na parte inferior lista termos geográficos em grego, turco, persa e árabe, com seus equivalentes em francês. A altura das montanhas e ...
Fornecido por Biblioteca do Congresso
Mapa geral do palco turco na guerra
Este mapa, publicado em Berlim em julho de 1916, mostra o palco turco na Primeira Guerra Mundial. Ele é baseado em um mapa de 1884 em francês das províncias asiáticas do Império Otomano, feito pelo geógrafo e cartógrafo alemão Heinrich Kiepert (1818 a 1899). O mapa contém notas adicionais em alemão e sua cobertura de ferrovias existentes e projetadas está atualizada para 1916. Os territórios otomanos, mostrados em rosa, incluem a atual Turquia, o Chipre, o Iraque, a Síria, o Líbano, Israel e a Jordânia, além da Arábia Saudita. O ...
Fornecido por Biblioteca do Congresso
Mapa da porção asiática oriental da Turquia, da Pérsia, do Afeganistão e da Arábia
Este mapa, publicado em Paris em 1842, mostra as províncias asiáticas do Império Otomano, da Pérsia (atual Irã), do Afeganistão e da Península da Arábia. O mapa apareceu no Atlas universel de géographie ancienne et moderne (Atlas universal de geografia antiga e moderna), do cartógrafo e gravurista Pierre M. Lapie (1779 a 1850). Lapie era membro do corpo de engenheiros topográficos do exército francês, onde chegou à patente de coronel. Ele, mais tarde, tornou-se chefe do setor topográfico do Ministério da Guerra. Ele foi auxiliado por seu filho Alexandre Emile ...
Fornecido por Biblioteca do Congresso
Mapa da Turquia asiática, Pérsia, Afeganistão, Baluquistão e canato de Bucara, com alguns dos países vizinhos
Este mapa de 1848 do Oriente Médio e de partes da Ásia Central e Meridional foi feito pelo cartógrafo e gravurista francês Pierre M. Lapie (1779 a 1850), um coronel do exército francês e chefe do setor topográfico do Ministério da Guerra. Preciso e belamente detalhado, o mapa reflete a alta qualidade da cartografia francesa, particularmente da cartografia militar. O território coberto inclui o Vale do Nilo e o delta do Nilo, o Chipre e a atual Turquia, os países do Mediterrâneo oriental, a Pérsia, o Afeganistão, Bucara e outros ...
Fornecido por Biblioteca do Congresso
Jogo geográfico da República Francesa
J.N. Mauborgne, um ex professor de geografia em Paris, criou este “jogo geográfico da República Francesa” em homenagem ao governo da Convenção Nacional durante a Revolução Francesa. O jogo de Mauborgne envolvia viagens através da França republicana, que foi dividida em 83 “departamentos”, a nova unidade de administração territorial que a Revolução introduziu para substituir as províncias históricas bem maiores. Cada espaço no mapa mostra um departamento diferente com a sua capital departamental, ou chef-lieu. Os jogadores se deslocavam no sentido anti-horário, de departamento para departamento, que termina na ...
Fornecido por Biblioteca do Congresso
Turquia europeia e parte da Turquia asiática, divididas em grandes províncias e governanças
Este mapa francês de meados do século XVIII mostra a Península dos Balcãs, a maior parte da Anatólia (hoje, Turquia) e as ilhas mediterrâneas de Chipre e Creta. O mapa carrega a inscrição “Sr. Janvier” (“Le Sieur Janvier”), designação que se refere a um cartógrafo que trabalhou em Paris entre 1746 e 1776, cujo nome é Jean ou Robert Janvier. O mapa oferece uma vista impressionante dos territórios europeus do Império Otomano. Embora já não mais estivesse no ápice de seu poder, o império ainda controlava Albânia, Bósnia, Bulgária, Grécia ...
China, com a Coreia e partes do Tartaristão: as partes mais próximas, a partir dos mapas desenhados por missionários jesuítas entre os anos de 1708 e 1717
Entre 1708 e 1717, missionários jesuítas que residiam na China supervisionaram um levantamento abrangente do Império Chinês, a pedido do imperador. O material cartográfico produzido pelo levantamento foi levado da China a Paris, onde foi usado por Jean-Baptiste Bourguignon d’Anville (1697 a 1782), o grande cartógrafo, geógrafo e coletor de mapas, para compilar seu Nouvel atlas de la Chine, de la Tartarie Chinoise et du Thibet (Novos atlas da China, Tartária Chinesa e Tibete). Este atlas foi publicado na Holanda em 1737 como obra complementar à Description géographique, historique ...
Turquia na Europa: a partir de novas observações dos cavalheiros da Real Academia de Ciência
Pieter van der Aa (1659 a 1733) foi um editor e vendedor de livros holandês, habitante de Leiden, que se especializou em republicar mapas adquiridos de cartógrafos anteriores. A principal obra de Van der Aa foi Galerie Agréable du Monde (A galeria prazerosa do mundo), um compêndio elaborado de cerca de 3000 mapas em 66 partes, encadernados em 27 volumes, que foi concluído em 1729. Apresenta-se aqui o mapa de Van der Aa das províncias europeias do Império Otomano, que, no início do século XVIII, incluía as atuais Albânia, Bósnia ...
Grécia: a partir das novas observações dos cavalheiros da Real Academia de Ciência
Pieter van der Aa (1659 a 1733) foi um editor e vendedor de livros holandês, habitante de Leiden, que se especializou em republicar mapas adquiridos de cartógrafos anteriores. A principal obra de Van der Aa foi Galerie Agréable du Monde (A galeria prazerosa do mundo), um compêndio elaborado de cerca de 3000 mapas em 66 partes, encadernados em 27 volumes, que foi concluído em 1729. Exibem-se o território continental grego, as ilhas do Egeu e a parte norte de Creta, identificada como Candia, nome pelo qual a ilha era conhecida ...