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Daomé
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Daomé é o Número 105 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Daomé (atual Benin) era um reino africano que surgiu provavelmente em meados do ...
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Alto Senegal e Níger
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Alto Senegal e Níger é o Número 107 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O Alto Senegal e Níger era uma colônia francesa, criada ...
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Líbia Italiana
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Líbia Italiana é o Número 127 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. O estudo inclui seções sobre geografia política e física, história política, condições ...
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Somalilândia Italiana
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Somalilândia Italiana é o Número 128 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A Somalilândia Italiana (parte da atual República da Somália) ficou sob controle ...
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Costa do Marfim
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Costa do Marfim é o Número 104 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A Costa do Marfim (a atual República da Costa do Marfim ...
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Quênia, Uganda e Zanzibar
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Quênia, Uganda e Zanzibar é o Número 96 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Conforme explicado numa nota editorial, em 1920 o protetorado da ...
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Libéria
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Libéria é o Número 130 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A Libéria foi fundada originalmente pela Sociedade Americana de Colonização como terra para ...
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Somalilândia Francesa
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Somalilândia Francesa é o Número 109 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Somalilândia Britânica e Socrotra é o número 97 na série; Somalilândia Italiana ...
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Costa do Ouro
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Costa do Ouro é o Número 93 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. A Costa do Ouro (atual Gana) era composta pela Colônia da ...
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Gâmbia
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Gâmbia é o Número 91 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Gâmbia (atual República da Gâmbia) era um território controlado pelos britânicos, localizado na ...
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Sudão Anglo-Egípcio
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Sudão Anglo-Egípcio é o Número 98 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Abrangendo os territórios da atual República do Sudão e República do Sudão ...
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Angola (incluindo Cabinda)
Em preparação para a esperada conferência de paz após a Primeira Guerra Mundial, na primavera de 1917, o Ministério das Relações Exteriores britânico criou um departamento especial responsável pelo planejamento de informações de base que seriam usadas pelos delegados britânicos durante a conferência. Angola (incluindo Cabinda) é o Número 120 em uma série de mais de 160 estudos produzidos por este departamento, a maioria dos quais foi publicada após a conclusão da Conferência de Paz de Paris, em 1919. Angola (atual República de Angola) era uma colônia portuguesa localizada na ...
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Os grandes monumentos dos povos antigos no vale do Nilo
Kitāb al-athar al-jalīl li-qudamāʼ Wādī al-Nīl (Os grandes monumentos dos povos antigos no vale do Nilo) é uma história da antiga civilização egípcia escrita por Ahmad Najib, funcionário do Departamento de Antiguidades egípcio sob a direção de Jacques de Morgan (de 1857 a 1924). Najib publicou a obra como um livro didático a pedido do ministro da educação Ya’qub Artin (de 1842 a 1919) e alegou que esse foi o primeiro esforço feito por um egípcio para instruir seus compatriotas sobre as maravilhas históricas de seu país. O livro ...
Trinta e dois anos com o islã (de 1832 a 1864)
Trente-deux ans a travers l'Islam (de 1832 a 1864) (Trinta e dois anos com o islã [de 1832 a 1864]) é um livro de memórias do soldado e diplomata francês Léon Roches (de 1809 a 1901), que conta sua carreira no Norte da África e em outras partes do Oriente Médio, incluindo uma breve permanência em Meca. A história se baseia no seu diário e em correspondências que ele examinou após sua aposentadoria do serviço público. Começando com sua primeira chegada à Argélia Francesa, em 1832, o autor narra ...
Instruções e Diário de Viagem que o Governador Francisco José de Lacerda e Almeida Escreveu sobre Sua Viagem para o Centro da África, Indo do Rio do Sena, no Ano de 1798
Este diário escrito a mão pelo explorador, geógrafo e matemático Brasileiro Francisco José de Lacerda e Almeida (1750-98) descreve a jornada de Almeida no interior do sul da África em 1798. Almeida nasceu no Brasil, estudou na Universidade de Coimbra em Portugal, e ascendeu para a posição de astrônomo real. Em 1780, retornou ao Brasil como parte de uma comissão criada para definir as fronteiras entre os territórios Espanhol e Português na América do Sul sob o recém celebrado Tratado de São Ildefonso (1777). Ele viveu dez anos no Brasil ...
Mulheres armênias em trajes de festa. Arvtin
No começo do século XX, o fotógrafo russo Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii (1863-1944), usou um processo especial de fotografia colorida para criar um registro visual do Império Russo. Algumas fotografias de Prokudin-Gorskii datam de 1905, mas a maior parte de seu trabalho é do período entre 1909 e 1915 quando, com o apoio do Czar Nicolau II e do Ministério dos Transportes, ele empreendeu extensas viagens por muitas partes diferentes do império.
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Mulher armênia em traje nacional. Arvtin
No começo do século XX, o fotógrafo russo Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii (1863-1944), usou um processo especial de fotografia colorida para criar um registro visual do Império Russo. Algumas fotografias de Prokudin-Gorskii datam de 1905, mas a maior parte de seu trabalho é do período entre 1909 e 1915 quando, com o apoio do Czar Nicolau II e do Ministério dos Transportes, ele empreendeu extensas viagens por muitas partes diferentes do império.
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O Porto e Almirantado, Argel, Argélia
Esta impressão fotocrômica é da "Imagens de Pessoas e Lugares na Argélia", do catálogo da empresa Detroit Photographic Company. Retrata o porto de Argel, que foi reprojetado e amplamente expandido pelos franceses no final do século XIX.e início do século XX . A Detroit Photographic Company lançou-se como editora fotográfica no final de 1890, pelo empresário e editor de Detroit William A. Livingstone Jr. e pelo fotógrafo e editor de fotografia Edwin H. Husher. Eles obtiveram direitos exclusivos para utilizar o processo "Photochrom" suíço para conversão de fotografias em preto-e-branco ...
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Babel Oued de Casbah, Argel, Argélia
Esta impressão fotocrômica é da "Imagens de Pessoas e Lugares na Argélia", do catálogo da empresa Detroit Photographic Company. Retrata Babel Oued (Bab El Oued), um bairro de Argel, como é visto da cidadela fortificada, ou Casbah. A Detroit Photographic Company lançou-se como editora fotográfica no final de 1890, pelo empresário e editor de Detroit William A. Livingstone Jr. e pelo fotógrafo e editor de fotografia Edwin H. Husher. Eles obtiveram direitos exclusivos para utilizar o processo "Photochrom" suíço para conversão de fotografias em preto-e-branco em imagens coloridas e imprimí-las ...
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Porto ao Luar, II, Argel, Argélia
Esta imagem fotocromática faz parte de "Imagens das Pessoas e Locais da Argélia", do catálogo da empresa Detroit Photographic Company. Datado de 1899, retrata uma parte do porto de Argel. O porto foi construído em 1518, sob o reino do almirante turco Khair-ed-in. Por centenas de anos, os piratas argelinos mantiveram e garantiram o porto contra as forças navais da Europa. Quando os franceses ocuparam a Argélia, durante a década de 1830, transformaram o porto em um centro de comércio e poder naval, expandindo-o enormemente e utilizando-o para fins comerciais ...
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Praça do Governo, Argel, Argélia
Esta imagem fotocromática faz parte de "Imagens das Pessoas e Locais da Argélia" do catálogo da empresa Detroit Photographic Company. Retrata a Praça do Governo, em Argel, por volta de 1899. Esta praça era considerada o coração da cidade. De acordo com O Mediterrâneo: Manual para Viajantes (1911), de Baedeker, era "o local mais barulhento da cidade, repleto de habitantes locais o tempo todo." O prédio branco é a mesquita de Djemaa el-Djedid, que Baedeker descreve como "curiosamente incongruente" por sua mistura de estilos arquitetônicos bizantino, italiano, andaluz e turco ...
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Algodão no Jardim Botânico Sukhumi
No começo do século XX, o fotógrafo russo Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii (1863-1944), usou um processo especial de fotografia colorida para criar um registro visual do Império Russo. Algumas fotografias de Prokudin-Gorskii datam de 1905, mas a maior parte de seu trabalho é do período entre 1909 e 1915 quando, com o apoio do Czar Nicolau II e do Ministério dos Transportes, ele empreendeu extensas viagens por muitas partes diferentes do império.
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Vista geral do Palácio Likanskii do rio Kura
No começo do século XX, o fotógrafo russo Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii (1863-1944), usou um processo especial de fotografia colorida para criar um registro visual do Império Russo. Algumas fotografias de Prokudin-Gorskii datam de 1905, mas a maior parte de seu trabalho é do período entre 1909 e 1915 quando, com o apoio do Czar Nicolau II e do Ministério dos Transportes, ele empreendeu extensas viagens por muitas partes diferentes do império.
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Imagens de Tiflis da base da Igreja de São Davi
No começo do século XX, o fotógrafo russo Sergei Mikhailovich Prokudin-Gorskii (1863-1944), usou um processo especial de fotografia colorida para criar um registro visual do Império Russo. Algumas fotografias de Prokudin-Gorskii datam de 1905, mas a maior parte de seu trabalho é do período entre 1909 e 1915 quando, com o apoio do Czar Nicolau II e do Ministério dos Transportes, ele empreendeu extensas viagens por muitas partes diferentes do império.
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Place de la Republique, Argel, Argélia
Esta impressão fotocrômica é da "Imagens de Pessoas e Lugares na Argélia", do catálogo da empresa Detroit Photographic Company. Retrata a Place de la République (Praça da República) na capital, Argel, circa 1899. O Mediterrâneo de Baedeker, de 1911,   expressou sua admiração pela "espaçosa Place de la République, com os jardins da Praça Bresson, adornados com bambus e magnólias, o Théâtre Municipal, e os cafés mais exuberantes. " A Detroit Photographic Company lançou-se como editora fotográfica no final de 1890, pelo empresário e editor de Detroit William A. Livingstone Jr. e ...
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Grande Mesquita na Rua Marine, Argel, Argélia
Esta impressão fotocrômica é da "Imagens de Pessoas e Lugares na Argélia", do catálogo da empresa Detroit Photographic Company. Retrata a Grande Mesquita (al-Djemaa al-Kabir), que o Mediterrâneo de Baedeker   descrevia, em 1911, como "a maior e mais antiga mesquita na cidade, fundada em 1018 para os fiéis do ritual Malekite .... Tanto a mesquita quanto seu minarete, originalmente construídos por Abu Abdel-wadite Tâkhfîn em 1322-3 estão, agora, modernizados. A entrada é por um pórtico, na Rue de la Marine, erguido em 1837. " A Detroit Photographic Company lançou-se como editora fotográfica ...
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Narrativa de uma Expedição para Explorar o Rio Zaire, Geralmente Chamado de Congo, na África do Sul, em 1816
James Kingston Tuckey (1776-1816) foi um oficial de marinha britânico que, após ter servido no Caribe, Ásia e Austrália, foi convidado pelo governo britânico para comandar uma expedição para explorar o rio Congo. Ele foi designado para verificar, particularmente, se o Congo estava ligado ao Rio Niger. Tuckey viajou 480 km subindo o Congo, fazendo o mapeamento do rio e coletando informações geográficas e etnográficas. Antes que pudesse concluir sua missão, ele morreu de febre (em 4 de outubro de 1816, perto de Moanda, atualmente a República Democrática do Congo ...
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Sousse, Tunísia
Esta impressão fotográfica, de cerca de 1899, é de "Panoramas de Arquitetura e Povo da Tunísia", do catálogo da Detroit Photographic Company. Retrata a cidade litorânea de Sousse, na Tunísia que, conforme a obra de Baedeker O Mediterrâneo: Manual para Viajantes (1911), aparecia como o terceiro mais importante porto marítimo da Tunísia, depois de Tunis e Sfax . A Detroit Photographic Company lançou-se como editora fotográfica no final de 1890, pelo empresário e editor de Detroit William A. Livingstone Jr. e pelo fotógrafo e editor de fotografia Edwin H. Husher. Eles ...
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Visão Geral do Hotel Paris, Túnis, Tunísia
Esta impressão fotográfica, de cerca de 1899, é de "Panoramas de Arquitetura e Povo da Tunísia", do catálogo da Detroit Photographic Company. Retrata os telhados de Tunis como podiam ser vistos do Hotel Paris. A Detroit Photographic Company lançou-se como editora fotográfica no final de 1890, pelo empresário e editor de Detroit William A. Livingstone Jr. e pelo fotógrafo e editor de fotografia Edwin H. Husher. Eles obtiveram direitos exclusivos para utilizar o processo "Photochrom" suíço para conversão de fotografias em preto-e-branco em imagens coloridas e imprimí-las por fotolitografia. Este ...
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Souci-el-Trouk, Túnis, Tunísia
Esta impressão fotográfica, de cerca de 1899, é de "Panoramas de Arquitetura e Povo da Tunísia", do catálogo da Detroit Photographic Company. Retrata o Souc-el-Trouk, ou bazar, na cidade de Tunis. A Detroit Photographic Company lançou-se como editora fotográfica no final de 1890, pelo empresário e editor de Detroit William A. Livingstone Jr. e pelo fotógrafo e editor de fotografia Edwin H. Husher. Eles obtiveram direitos exclusivos para utilizar o processo "Photochrom" suíço para conversão de fotografias em preto-e-branco em imagens coloridas e imprimí-las por fotolitografia. Este processo permitiu a ...
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Daomé e os Daometanos: Sendo os Diários de Duas Missões para o Rei do Daomé, e a Residência em Sua Capital, no Ano de 1849 e 1850
Frederick E. Forbes foi um oficial de marinha britânico que, em 1849-50,  realizou duas missões para a corte do rei de Daomé em uma tentativa mal sucedida para convencê-lo a cessar o envolvimento com o tráfico de escravos. Daomé foi um reino bélico que surgiu, muito provavelmente, no segundo trimestre do século XVII e acabou por dominar seus vizinhos através do seu exército, que incluía homens e mulheres, e era baseado numa rígida disciplina militar. Esta obra de dois volumes reproduz o diário de Forbes e seu relato sobre suas ...
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Cairo a Kisumu: Colônia Egito-Sudão-Quênia
Cairo a Kisumu: Colônia Egito-Sudão-Quênia foi o quinto de uma série de livros conhecidos como Carpenter’s World Travels (As viagens pelo mundo de Carpenter), escrito por Frank G. Carpenter (1855-1924) na década de 1920 e publicado pela Garden City, Nova York, empresa da Doubleday, Page & Company. Carpenter foi um autor americano de livros sobre viagens e geografia mundial cujos livros geográficos eram populares em escolas norte-americanas no início do século XX. Cairo a Kisumu não é um relato de uma viagem única, mas uma composição com base nas notas ...
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Nova Viagem à Terra dos Negros, Seguida de Estudos sobre a Colônia do Senegal, e Documentos Históricos, Geográficos e Científicos
Anne-Jean-Baptiste Raffenel (1809-1858) foi um oficial colonial francês, que em 1846 foi contratado pela marinha francesa para empreender uma viagem de exploração no interior da África. Raffenel deixou a França em meados de maio de 1846 e retornou em junho de 1848. O volume um desta obra de dois volumes é um relato de viagem de quatro meses de Raffenel da França para o Senegal e sua viagem ao longo da colônia, que incluiu visitas a muitas cidades do Senegal e regiões, tais como Saint-Louis (Ndar), Bakel, Bambouk e Makana ...
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Togo: A Missão Hugues Le Roux
Robert Charles Henri Le Roux (1860-1925), mais conhecido por seu pseudônimo de Hugues Le Roux, foi um escritor e jornalista francês que se especializou em literatura de viagens e livros sobre as colônias francesas. Próximo dos círculos oficiais franceses, ele ajudou a construir o apoio da França para a idéia de que esta tinha uma missão civilizadora única (mission civilisatrice) nas áreas menos desenvolvidas do mundo. Em 1918-19, Le Roux produziu, para o Ministério francês de Relações Exteriores, uma série de livros pequenos sobre as colônias francesas na África, bem ...
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Memórias e Notas Esclarecedoras de um Mapa de Madagascar e do Arquipélago de Maurício ao Noroeste
Robert Townsend Farquhar (1776-1830) entrou para o serviço da Companhia Britânica das Índias Orientais ainda jovem, tendo servido em vários postos na Índia e nas Molucas (atual Indonésia), e, em 1810, tornou-se governador de Maurício, que a Grã-Bretanha havia conquistado da França nas Guerras Napoleônicas. Ele encomendou um mapa detalhado das ilhas Maurício e da vizinha Madagascar, com o objetivo de promover o comércio britânico na região. O mapa é a obra de Jean-Baptiste-Lislet Geoffroy (1755-1836), filho de pai francês, um engenheiro empregado pela Compagnie des Indes, e mãe africana ...
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Viagem a Madagascar e às Ilhas Comores, 1823-1830
Madagascar é uma nação insular localizada no Oceano Índico, cerca de 389 quilometros ao largo da costa da África. Sua população é composta por uma mistura predominante de asiáticos e africanos devido às imigrações vindas do Sudeste Asiático, do continente africano e da Península Arábica. No começo da década de 1800, o reino de Merina estabeleceu seu domínio sobre toda a ilha. Radama I tornou-se rei em 1810 e foi sucedido pela rainha Ranavalona I, em 1828. B.F. Leguével de Lacombe foi um viajante francês que, na década de ...
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Jornada à Etiópia, Sudão Oriental e Nigritia
Pierre Trémaux (1818-95) foi um arquiteto, viajante, fotógrafo e cientista amador francês que, em 1847-48, viajou pelo Nilo até a Núbia, a Etiópia e o Sudão Oriental. Trémaux descreveu a geologia, a flora e a fauna, os monumentos arquitetônicos e os povos destes países em diversas obras publicadas na França na década de 1850 e no início da década de 1860. Alguns estudiosos consideram suas descrições e esboços da Baixa Núbia especialmente valiosos, já que grande parte desta região atualmente está coberta pelo lago Núbia, a extensão no Sudão do ...
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Viagens e Excursões na Índia, Ceilão, Mar Vermelho, e Egito, nos Anos de 1802, 1803, 1804, 1805, e 1806
George Annesley, segundo Conde de Mountnorris (1770-1844), foi um aristocrata britânico que, em 1802-06, realizou uma extensa turnê em partes da Ásia e da África. Ele foi acompanhado por Henry Salt (1780-1827), um artista graduado que atuou como seu secretário e desenhista. Mountnorris publicou este relato de três-volumes sobre suas viagens assim que regressou à Grã-Bretanha, sob o nome de Visconde Valentia, título pelo qual era conhecido quando mais novo. A obra inclui gravuras baseadas em pinturas e desenhos feitos por Salt durante a viagem, assim como dois mapas bem ...
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Explorações na África, Pelo Dr. David Livingstone, e Outros, Fornecendo um Relato Completo da Expedição de Pesquisa de Stanley-Livingstone, sob o Patrocínio do New York Herald, conforme Fornecido pelo Dr. Livingstone e o Sr. Stanley
David Livingstone (1813-73), foi um missionário e médico escocês que explorou uma grande parte do interior da África. Numa incrível jornada em 1853-56, ele tornou-se o primeiro europeu a atravessar o continente africano. Começando no rio Zambeze, ele viajou do norte para o oeste através de Angola até atingir o Atlântico, em Luanda. Na sua viagem de volta, ele acompanhou o Zambezi até sua foz, no Oceano Índico, atualmente Moçambique. A expedição mais famosa de Livingstone foi em 1866-73, quando explorou a África Central na tentativa de encontrar a nascente ...
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Os Últimos Diários de David Livingstone, na África Central. De Mil Oitocentos e Sessenta e Cinco à sua Morte. Seguido pela Narrativa de seus Últimos Momentos e Sofrimentos, Obtida de seus Fiéis Servos, Chuma e Susi, por Horace Waller, F.R.G.S., Reitor de Twywell, Northhampton
David Livingstone (1813-73) foi um missionário e médico escocês que explorou uma grande parte do interior da África. A expedição mais famosa de Livingstone foi em 1866-73, quando atravessou grande parte da África Central na tentativa de encontrar a cabeceira do rio Nilo. Este livro contém os diários que Livingstone manteve nesta expedição, desde sua primeira entrada, em 28 de janeiro de 1866, quando chegou em Zanzibar (na atual Tanzânia), à sua última, em 27 de abril de 1873, quatro dias antes de morrer de malária e disenteria em uma ...
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Tanganica: Onze Anos na África Central
Este livro é um relato da Missão Centro-Africana de 1877-88 para Ujiji, por Edward C. Hore, um capitão da marinha britânica que foi um dos seis membros originais da missão. Em 1876-77, a Sociedade Missionária de Londres decidiu estabelecer a missão, que partiu de Zanzibar em direção a Ujiji, em 21 de julho de 1877. Ujiji é uma cidade na parte leste da atual Tanzânia, mas também designa a região circundante, definida por Hore como "um grande território tribal, que faz fronteira a oeste e sul com o lago Tanganica ...
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O Território de Tanganica (antiga África Oriental Alemã), Características e Potencialidades
Quando a guerra estourou na Europa, em 1914, a luta rapidamente se espalhou para as possessões coloniais das potências europeias. Em 1916, as forças britânicas em operação na África do Sul partiram para a conquista da África Oriental Alemã (atual Tanzânia, Burundi e Ruanda). Eles foram auxiliados por tropas belgas e congolesas em operação no Congo Belga. Os aliados nunca subjugaram o exército alemão, liderado pelo Coronel (mais tarde general) Paul Emil von Lettow-Vorbeck, mas capturaram a linha ferroviária alemã e ocuparam grande parte do território da África Oriental Alemã ...
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