1 de maio de 2015

Península do Sinai. Lado ocidental, ʻUyūn Mūsá (mananciais de Moisés) a sudeste de Suez. 1910

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Jabal Mūsá (Monte Sinai). Considerado desde o século VI a montanha do recebimento da lei [onde Moisés recebeu os dez mandamentos]. A estrada pavimentada foi construída pelo quediva ʻAbbās I. 1914

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Jabal Mūsá (Monte Sinai). Capela cristã (ortodoxa grega) em seu pico (2.250 metros)

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Mosteiro de Santa Catarina, visto do canto nordeste. Começando pela direita: casa dos peregrinos; à esquerda dela há uma biblioteca com o telhado de duas águas, depois um minarete e uma moderna torre de sino; e atrás está a antiga igreja do imperador Justiniano. 1910

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Península do Sinai, Sahl al-Rāḥah, norte do Mosteiro de Santa Catarina. Segundo a tradição, o acampamento dos filhos de Israel durante o recebimento da lei por Moisés. 1910

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Península do Sinai. Lado ocidental, Jabal Sirbāl visto do leste. 2.300 metros de altura. 1910

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Península do Sinai. Lado ocidental, paisagem ao norte de al-Ṭūr. 1910

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Península do Sinai. Lado ocidental, esvaziamento do Wādi Fīrān no planalto costeiro. 1910

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Península do Sinai. Lado ocidental, costa do Mar Vermelho perto dos contrafortes de Abū Zanīmah. 1910

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.

Aqaba e a extremidade norte do Golfo. 1914

Esta imagem é de Bilder aus Palästina, Nord-Arabien und dem Sinai (Imagens da Palestina, Arábia do Norte e do Sinai), um álbum de 105 fotografias de locais no Oriente Médio tiradas pelo arqueólogo e orientalista alemão Bernhard Moritz (de 1859 a 1939). O álbum inclui paisagens de Jerusalém, de Meca, Medina, Hejaz e Jidá, na Arábia Saudita, de Petra, na Jordânia, e do Monte Sinai, no Egito. Também são mostradas imagens externas e internas de templos, mesquitas e restos arqueológicos; cenas de ruas em Meca e Medina; pequenas aldeias e imagens do deserto; retratos de grupos informais de árabes construindo a ferrovia de Hejaz, beduínos, moradores locais, e peregrinos no Hajj em direção à cidade de Meca. As fotografias apresentam textos explicativos, em alemão, escritos por Moritz. Após estudos em Berlim, Moritz participou de uma série de expedições arqueológicas para o Egito e a Mesopotâmia patrocinadas pela Alemanha. De 1887 a 1896, ele trabalhou como secretário, bibliotecário e professor de árabe no recém-fundado Seminário de Línguas Orientais da Universidade Friedrich-Wilhelms em Berlim. De 1896 a 1911, Moritz dirigiu a Biblioteca e Arquivo do Quediva no Cairo, e foi de lá que realizou várias viagens de pesquisa ao Sinai e a Hejaz. A cópia da Biblioteca do Congresso apresentada aqui tem um carimbo à tinta em japonês: Minami Manshū Tetsudō Kabushiki Kaisha Tōa Keizai Chōsakyoku zōsho no in (Selo da coleção pertencente à Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria, Gabinete de Pesquisa Econômica da Ásia Oriental). Também possui um carimbo de livro em árabe no interior da capa frontal afirmando a sua relação com a Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria. É bem provável que o volume tenha sido confiscado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos no final da Segunda Guerra Mundial e, mais tarde, transferido para a Biblioteca do Congresso. A Companhia da Ferrovia do Sul da Manchúria se dedicou a extensas compilações de informação e atividades operacionais em nome do Exército Imperial Japonês, incluindo esforços para incitar os muçulmanos contra os domínios chinês e russo.