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8 de abril de 2014

Países do Imperador Otomano na Ásia, Pérsia, território uzbeque, Arábia e Egito

Países do Imperador Otomano na Ásia, Pérsia, território uzbeque, Arábia e Egito

Este mapa da década de 1740 mostra as possessões do Império Otomano na Ásia (incluindo a atual Turquia, o Iraque e o Levante), o Império Persa (incluindo os atuais Irã, Afeganistão, a maior parte do Paquistão e o Cáucaso), o país dos uzbeques, a Arábia e o Egito. As fronteiras desses territórios foram coloridas à mão nesta cópia. O deserto ao sul e a oeste dos atuais Bareine, Catar e Emirados Árabes Unidos é descrito como “sem água e inabitado”. A região de pesca de pérolas ao sul do Golfo Pérsico é sinalizada por sombreamento e por pontos. Na região sudoeste da Península Arábica, há duas referências bíblicas dignas de menção: uma a Moab e a outra à Rainha de Sabá. Também é exibida a cidade do Mar Vermelho de Moka, uma grande exportadora de café e a origem da palavra “moca”. O mapa é de Gilles Robert de Vaugondy (1688 a 1766), um importante cartógrafo francês que herdou os materiais cartográficos do cartógrafo Nicolas Sanson e de seus filhos, tendo publicado vários atlas entre 1748 e 1752.

Mapa da Ásia Ocidental, 1918 a 1920, aproximadamente

Mapa da Ásia Ocidental, 1918 a 1920, aproximadamente

Este mapa da Ásia ocidental, produzido pela Sociedade Geográfica Americana (AGS) de Nova York, é datado do período imediatamente posterior à Primeira Guerra Mundial. Acredita-se que um mapa semelhante na coleção da Biblioteca da Sociedade Geográfica Americana, da Universidade de Wisconsin-Milwaukee, tenha sido criado pela AGS para o uso da delegação americana nas negociações de paz de Versalhes, entre 1918 e 1919. O mapa mostra a Turquia, a Península Arábica, a Pérsia (atual Irã) e o Afeganistão. O Iraque ainda é mostrado como parte da Turquia (o Império Otomano). Os mandatos da Liga das Nações para a Síria, o Iraque e a Palestina, adotados na conferência de paz, ainda não são exibidos. O Catar é demonstrado como El Katr; Doha e Wakrah são exibidas como Dohah e Wakra. A Índia (isto é, a Índia Britânica) inclui o atual Paquistão. A União Soviética, com suas repúblicas constituintes na Ásia Central (Turquestão Russo), ainda não havia sido formada. O mapa tem três escalas: milhas, quilômetros e verstas russas.

O Império de Alexandre, o Grande, e suas campanhas na Europa, África e, principalmente, na Ásia

O Império de Alexandre, o Grande, e suas campanhas na Europa, África e, principalmente, na Ásia

Este mapa, publicado em Paris em 1712, mostra as expedições e o império de Alexandre, o Grande (356 a 323 a.C.) na Europa, na África e na Ásia. O elemento interno circular na parte superior exibe os três continentes. As notas numeradas na parte inferior direita referem-se à campanha de Alexandre nas margens do Rio Hifasis (hoje, conhecido como Rio Beas), no norte da Índia, que é exibido na extremidade direita do mapa. A longa nota em latim no canto superior direito resume a carreira e as conquistas de Alexandre, que são explicadas com referências a fontes bíblicas, particularmente às profecias do Livro de Daniel, e às Antiquitates Judaicae (As antiguidades judaicas), do historiador do início do século primeiro, Flávio Josefo. As fronteiras estão marcadas com tinta colorida e três escalas de distância são fornecidas: 1.000 paces (também chamados de milhas romanas), estádios gregos (um estádio corresponde a algo entre 185 e 225 metros, aproximadamente) e parasangs persas (uma medida de distância apresentada como correspondendo, variavelmente, a 3,9 ou a 5,3 quilômetros). O mapa é de Pierre Moulart-Sanson (falecido em 1730), membro da importante família de cartógrafos fundada por Nicolas Sanson (1600 a 1667).

Parte I do Mapa da Ásia: incluindo Turquia, Arábia, Pérsia e Índia abaixo do Rio Gânges e a Tartária, adjacente à Pérsia e à Índia

Parte I do Mapa da Ásia: incluindo Turquia, Arábia, Pérsia e Índia abaixo do Rio Gânges e a Tartária, adjacente à Pérsia e à Índia

Jean Baptiste Bourguignon d’Anville (1697 a 1782) foi um importante cartógrafo francês conhecido por sua atenção criteriosa aos detalhes e seu compromisso com a precisão. Seu método era coletar e comparar tantas fontes quanto fosse possível de informações geográficas e corrigir e republicar mapas à medida que novas informações eram disponibilizadas. Sua coleção pessoal de mapas chegou a um total de 9.000 itens. Este mapa de d'Anville, de 1751, mostra a parte da Ásia que vai de sua fronteira com a África e a Europa, no ocidente, até a maior parte do subcontinente indiano e o Tibete, no oriente. Breves notas descrevem partes da Península Arábica como “muito secas” e “cobertas de areia”. O Catar é chamado de Catura. Candaar, Cabul e Herat são exibidas, e aparece uma versão errônea do nome do Afeganistão, “Agvanistan”. As fronteiras nesta cópia são indicadas por linhas desenhadas à mão com tinta colorida. Nada menos do que 12 diferentes escalas de distância são fornecidas, o que testemunha o compromisso de d'Anville com os detalhes e a falta de padronização vigente em sua época.

Mapa étnico e linguístico do Oriente Próximo

Mapa étnico e linguístico do Oriente Próximo

Este mapa, produzido em 1943 pelo Serviço Geográfico do Auswärtiges Amt (Ministério de Relações Exteriores) da Alemanha, mostra a composição étnica, linguística e religiosa do Oriente Médio. Estão incluídos o Cáucaso e outras áreas da União Soviética, o Afeganistão e áreas do atual Paquistão e a Índia. O mapa e o texto explicativo refletem a obsessão do período nazista com questões de raça e etnia. A longa nota na parte superior da legenda afirma que o mapa “tenta mostrar o Lebensraum [área habitável] desses povos orientais, localizados em áreas de interesse para a Europa”. Ele observa que a maior parte da região é seca e esparsamente povoada e que, embora a maior parte das populações esteja assentada, o nomadismo persiste no interior da Península Arábica e em partes da Ásia Central. As cores são usadas para indicar os diferentes grupos étnicos e linguísticos, que são divididos em duas categorias gerais: os indo-germânicos (indo-europeus) e os túrquicos, sendo a primeira indicada pelo tom azul claro e a segunda por tons de vermelho. As filiações religiosas são apresentadas por meio de símbolos identificados na parte inferior da legenda. O mapa interno na parte inferior direita mostra a densidade populacional, que vai de 0,1% por quilômetro quadrado a 50% por quilômetro quadrado.

Mapa do Oriente Próximo

Mapa do Oriente Próximo

O geógrafo e cartógrafo alemão Heinrich Kiepert (1818 a 1899) é considerado, em geral, um dos mais importantes cartógrafos acadêmicos da segunda metade do século XIX. Ele foi o chefe do Instituto Geográfico de Weimar entre 1845 e 1852, além de professor da Universidade de Berlim de 1852 até sua morte. Mostra-se aqui o mapa de Kiepert do Oriente Próximo, de 1855, que foi publicado em Kiepert’s Neuer Hand-Atlas über alle Teile der Erde (Novo atlas portátil de Kiepert de todas as partes do mundo), publicado por Dietrich Reimer, com quem Kiepert teve uma longa parceria. O mapa cobre a região entre o Mediterrâneo oriental e a fronteira do Afeganistão com a Índia Britânica. Diferentes cores são usadas para marcar as fronteiras dos impérios Otomano e Russo, as posses britânicas e os protetorados na Índia, além do território do Imã de Mascate (atualmente, Muscate). No canto inferior esquerdo, há uma lista de termos topográficos em turco, árabe e persa, com seus equivalentes em alemão.

Mapa do Oriente Médio

Mapa do Oriente Médio

Este mapa do Oriente Médio foi feito por Führungsstab der Luftwaffe (a equipe de operações da força aérea alemã) em 1943. O mapa é intitulado “Secreto”. Abrangendo a região que vai do Mediterrâneo oriental até a fronteira do Afeganistão com a Índia Britânica (atual Paquistão), este exibe os locais de bases aéreas de primeira e segunda classe, bases operacionais, pistas de pouso e campos aéreos em construção em 15 de março de 1943. Seis mapas internos – de Áden, Mossul, Chipre, Bagdá, Gaza-Haifa e Damasco-Alepo – fornecem detalhes adicionais sobre locais com uma infraestrutura de aviação mais desenvolvida. Linhas ferroviárias e oleodutos também são exibidos.

Marittima Italiana: linha de Bombaim

Marittima Italiana: linha de Bombaim

A Marittima Italiana foi uma companhia de navegação italiana, criada em 1936 como uma ramificação da bem-consolidada empresa Lloyd-Triestino, que no final dos anos 1930 operava linhas de navegação entre a Itália e a África Oriental, sudeste da África, Ásia e Austrália. Mostra-se aqui um mapa da linha Marittima Italiana de Gênova a Bombaim, na Índia. São fornecidas as distâncias para diferentes seções da rota: de Gênova a Nápoles, de Nápoles a Porto Said, de Porto Said a Áden e de Áden a Bombaim. Os mapas internos exibem estes cinco portos e o Canal de Suez, com a profundidade das águas fornecida em metros. Os símbolos são usados para indicar estações de radiotelégrafo e a disponibilidade de carvão, óleo combustível e instalações de doca seca em vários portos. O relógio no centro do mapa mostra a divisão do mundo em 24 fusos horários.

Arábia, o Mar Vermelho e o Golfo Pérsico

Arábia, o Mar Vermelho e o Golfo Pérsico

Este mapa da Península Arábica mostra fronteiras internacionais, rotas de caravanas e cidades e vilas importantes. As propriedades britânicas, incluindo o porto de Aden e a ilha de Socotra (ʻAdan e Suquṭrā, ambos atualmente fazendo parte do Iêmen), são indicadas na cor rosa. As antigas cidades catarenses de El Bedaa e Zabara (hoje, Al Bida e Al Zabara) são exibidas. O mapa veio a público como a placa 48 do Atlas imperial de geografia moderna, publicado pela empresa de Glasgow de Blackie & Son, em 1859, tendo sido republicado em 1860. Fundada em 1809 pelo escocês John Blackie (1782 a 1874), em meados do século XIX, esta empresa foi uma importante editora de obras de referência ilustradas, incluindo A gazeta imperial (1855), O atlas imperial de geografia moderna e O dicionário imperial da Bíblia (1866). Este mapa foi desenhado e gravado por Edward Weller (1819 a 1884), um cartógrafo e gravurista de Londres que trabalhou como geógrafo não oficial da Sociedade Geográfica Real de Londres. O atlas foi compilado sob a direção de Walter Graham Blackie (1816 a 1906), o filho mais novo de John Blackie.

Instalações recomendadas para busca e resgate, Região do Oriente Médio

Instalações recomendadas para busca e resgate, Região do Oriente Médio

Este mapa foi elaborado para o Encontro de Navegação Aérea da Região do Oriente Médio, da Organização de Aviação Civil Internacional Provisória (OACIP), que ocorreu no Cairo, Egito, em outubro de 1946. Este exibe as fronteiras políticas e instalações recomendadas para busca e resgate, incluindo centros de coordenação de resgate e de alertas de resgate, bases para diferentes tipos de aeronaves de busca e resgate, além de instalações para embarcações de superfície. A Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) foi criada por uma convenção assinada por 52 países em novembro de 1944 na Conferência de Aviação Civil Internacional, em Chicago. De agosto de 1945 a agosto de 1947, enquanto a convenção de Chicago estava sendo ratificada, a OACIP começou a desenvolver regras, regulamentos e padrões técnicos para o sistema de aviação civil do pós-guerra. O trabalho da OACIP e, mais tarde, da OACI, era organizado regionalmente. A Região do Oriente Médio, conforme demarcada neste mapa, começava em Benghazi, na Líbia, a oeste, e ia até a costa ocidental da Índia, ao leste, incluindo o Sudão e o Chifre da África, o Afeganistão, o Irã, a Turquia e parte da Grécia.

Linhas aéreas do Mediterrâneo oriental e de áreas adjacentes: desde outubro de 1947

Linhas aéreas do Mediterrâneo oriental e de áreas adjacentes: desde outubro de 1947

Este mapa de rotas aéreas do Mediterrâneo oriental e de áreas adjacentes foi compilado e desenhado pela Agência de Inteligência Central dos EUA para o Departamento de Estado, com base nas informações fornecidas pela Divisão Estrangeira de Transporte Aéreo do Conselho de Aeronáutica Civil dos EUA. Pode-se presumir que este tenha sido criado para ser usado por diplomatas na recém-criada Organização de Aviação Civil Internacional. Algumas das linhas aéreas cujas rotas são mostradas existem até hoje; outras passaram por fusão comercial, faliram ou trocaram de nome. Atenas, Cairo, Lida (Lod, no atual Israel; até 1948, Estação da Força Aérea Real Britânica de Lida), Beirute e Bagdá são mostradas como importantes centros de transporte aéreo. Destacam-se neste período inicial, a rede interna estabelecida pelas Linhas Aéreas Etíopes, com trajetos de Adis Abeba a Gondar, Debra Marcos, Gimma (atuais Gonder, Debre Marqos e Jīma) e outras vilas e cidades, além dos voos internacionais da companhia aérea para Nairóbi, Cairo, Áden e Asmara. As aeronaves desse período tinham um alcance limitado, e voos como, por exemplo, do Reino Unido até a Austrália ou da Holanda até as Índias Orientais Holandesas (atual Indonésia) são mostrados como tendo de parar para reabastecer em locais do Oriente Médio, como Dhahran (Arábia Saudita), Bareine e Sharja (Emirados Árabes Unidos).

Esquema de controle do tráfego aéreo no Oriente Médio

Esquema de controle do tráfego aéreo no Oriente Médio

Este mapa, produzido em 1946 pelo Levantamento Topográfico do Egito, mostra um esquema para o controle do tráfego aéreo no Oriente Médio. A Convenção Internacional de Aviação Civil, adotada por 52 países em 1944, garantia o estabelecimento de um sistema de controle de tráfego aéreo internacional que tinha como objetivo prevenir colisões de aeronaves. O espaço aéreo mundial estava dividido em regiões contíguas, cujos tráfegos seriam controlados por uma autoridade designada de controle do tráfego aéreo. Em voos mais longos, o controle sobre as aeronaves era transferido, por rádio, de uma região a outra. Estas regiões, que, mais tarde, se tornariam as Regiões de Informação de Voo (FIR), são regulamentadas pela Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), com sede em Montreal. Este mapa exibe o Oriente Médio dividido em seis regiões, centradas no Cairo (Egito), Cartum (Sudão), Baçorá (Iraque), Áden (Iêmen), Carachi (Paquistão) e Bangalore (Índia).

Mapa do Oriente Médio e do Oriente Próximo

Mapa do Oriente Médio e do Oriente Próximo

Mostra-se aqui um grande mapa dobrável produzido pelo Estado-Maior do Exército Alemão durante a Segunda Guerra Mundial. Notas no mapa indicam que este deveria ser usado unicamente pelo exército e que sua reprodução era proibida. Um dos lados é um grande mapa da região que vai da Península Balcânica à porção leste do Irã. São exibidas vilas e cidades por tamanho da população, fronteiras internacionais, fronteiras das repúblicas e províncias da União Soviética, estradas principais e secundárias, estradas em construção, oleodutos, passagens entre montanhas, alturas em metros e massas de água. A legenda do lado direito fornece os equivalentes em alemão de expressões geográficas comuns nas línguas árabe, persa, russa e turca; na parte inferior direita, há uma legenda para a pronúncia dos caracteres turcos. O verso contém um grande mapa intitulado Der vordere Orient (O Oriente Próximo), exibindo a região que vai do Egito até a porção leste do Afeganistão. A tabela na parte inferior lista todos os territórios da região e suas dimensões geográficas e população, agrupados por categoria: Estados independentes e territórios britânicos, franceses, italianos e portugueses. Do mesmo lado, há também um mapa de todo o Mar Mediterrâneo que vai do Estreito de Gibraltar até o Levante; além de dois mapas internos, um do Chipre e um das ilhas de Rodes e Dodecaneso (na atual Grécia, mas, naquele tempo, sob controle italiano).

As expedições de Alexandre: criado para “Histoire Ancienne” do Sr. Rollin

As expedições de Alexandre: criado para “Histoire Ancienne” do Sr. Rollin

Este mapa mostra as expedições de Alexandre, o Grande (356 a 323 a.C.), partindo do Helesponto, o estreito (mais tarde, chamado de Dardanelos) que separa a Europa da Ásia na atual Turquia, passando pela Turquia, o Levante, Egito, Mesopotâmia (atual Iraque), Pérsia (Irã) e Afeganistão. Alexandre conseguiu chegar até as margens do Rio Hifasis (hoje conhecido como o Rio Beas), no norte da Índia, onde o exército do conquistador já exaurido finalmente rebelou-se. São exibidas as cidades fundadas por Alexandre e nomeadas “Alexandria”, em sua própria homenagem. Duas escalas de distância são fornecidas: estádio, uma unidade de medida antiga, e léguas contemporâneas. O mapa é do cartógrafo e geógrafo francês Jean-Baptiste Bourguignon d’Anville (1697 a 1782) e, conforme indicado no título, foi criado para ilustrar a Histoire Ancienne (História antiga), de Charles Rollin (1661 a 1741). D’Anville foi um dos mais importantes cartógrafos do século XVIII, conhecido pela precisão e qualidade científica de seus mapas. Rollin foi professor de retórica e acadêmico que escreveu suas principais obras durante a aposentadoria, incluindo a Histoire Ancienne, uma história de 12 volumes que foi publicada entre 1730 e 1738.

Detalhes do mecanismo de observação de embarcações

Detalhes do mecanismo de observação de embarcações

O primeiro submarino funcional, o Nautilus, foi construído em Paris no ano de 1801 pelo engenheiro americano Robert Fulton (1765 a 1815). Mais conhecido pelo desenvolvimento do primeiro navio a vapor comercialmente bem-sucedido, entre 1807 e 1808, Fulton construiu o submarino, ou “barco de imersão”, na esperança de que Napoleão o utilizasse em sua guerra contra a Grã-Bretanha. Os franceses e, mais tarde, os britânicos mostraram certo entusiasmo inicial em relação à ideia de Fulton, mas por fim acabaram ambos recusando apoio ao seu projeto. Fulton, então, dedicou-se aos barcos a vapor a fim de financiar sua pesquisa com submarinos. A Biblioteca do Congresso tem em sua coleção um manuscrito de 71 páginas, assinado por Fulton e datado de 10 de agosto de 1806, intitulado “Sobre a navegação e o ataque submarino”. Este documento inclui uma introdução e descrições detalhadas de 16 desenhos aquarelados, também de Fulton, que acompanham o texto.  Mostra-se aqui um dos desenhos, que foi numerado e assinado por Fulton. Juntos, eles abordam quase todos os aspectos da obra de Fulton nos campos de guerra naval submarina e de superfície. Fulton nasceu no Condado de Lancaster, na Pensilvânia. Após trabalhar como pintor de retratos em miniatura e de paisagens, em 1786, ele foi para Londres estudar engenharia mecânica. Suas outras invenções incluem uma máquina para fiação de linho, uma máquina de dragagem e o torpedo.

Embarcação submarina, seção longitudinal

Embarcação submarina, seção longitudinal

O primeiro submarino funcional, o Nautilus, foi construído em Paris no ano de 1801 pelo engenheiro americano Robert Fulton (1765 a 1815). Mais conhecido pelo desenvolvimento do primeiro navio a vapor comercialmente bem-sucedido, entre 1807 e 1808, Fulton construiu o submarino, ou “barco de imersão”, na esperança de que Napoleão o utilizasse em sua guerra contra a Grã-Bretanha. Os franceses e, mais tarde, os britânicos mostraram certo entusiasmo inicial em relação à ideia de Fulton, mas por fim acabaram ambos recusando apoio ao seu projeto. Fulton, então, dedicou-se aos barcos a vapor a fim de financiar sua pesquisa com submarinos. A Biblioteca do Congresso tem em sua coleção um manuscrito de 71 páginas, assinado por Fulton e datado de 10 de agosto de 1806, intitulado “Sobre a navegação e o ataque submarino”. Este documento inclui uma introdução e descrições detalhadas de 16 desenhos aquarelados, também de Fulton, que acompanham o texto.  Mostra-se aqui um dos desenhos, que foi numerado e assinado por Fulton. Juntos, eles abordam quase todos os aspectos da obra de Fulton nos campos de guerra naval submarina e de superfície. Fulton nasceu no Condado de Lancaster, na Pensilvânia. Após trabalhar como pintor de retratos em miniatura e de paisagens, em 1786, ele foi para Londres estudar engenharia mecânica. Suas outras invenções incluem uma máquina para fiação de linho, uma máquina de dragagem e o torpedo.

Embarcação sob o barco à vela e ancorada

Embarcação sob o barco à vela e ancorada

O primeiro submarino funcional, o Nautilus, foi construído em Paris no ano de 1801 pelo engenheiro americano Robert Fulton (1765 a 1815). Mais conhecido pelo desenvolvimento do primeiro navio a vapor comercialmente bem-sucedido, entre 1807 e 1808, Fulton construiu o submarino, ou “barco de imersão”, na esperança de que Napoleão o utilizasse em sua guerra contra a Grã-Bretanha. Os franceses e, mais tarde, os britânicos mostraram certo entusiasmo inicial em relação à ideia de Fulton, mas por fim acabaram ambos recusando apoio ao seu projeto. Fulton, então, dedicou-se aos barcos a vapor a fim de financiar sua pesquisa com submarinos. A Biblioteca do Congresso tem em sua coleção um manuscrito de 71 páginas, assinado por Fulton e datado de 10 de agosto de 1806, intitulado “Sobre a navegação e o ataque submarino”. Este documento inclui uma introdução e descrições detalhadas de 16 desenhos aquarelados, também de Fulton, que acompanham o texto.  Mostra-se aqui um dos desenhos, que foi numerado e assinado por Fulton. Juntos, eles abordam quase todos os aspectos da obra de Fulton nos campos de guerra naval submarina e de superfície. Fulton nasceu no Condado de Lancaster, na Pensilvânia. Após trabalhar como pintor de retratos em miniatura e de paisagens, em 1786, ele foi para Londres estudar engenharia mecânica. Suas outras invenções incluem uma máquina para fiação de linho, uma máquina de dragagem e o torpedo.

Câmaras de água, válvulas, passagens de água

Câmaras de água, válvulas, passagens de água

O primeiro submarino funcional, o Nautilus, foi construído em Paris no ano de 1801 pelo engenheiro americano Robert Fulton (1765 a 1815). Mais conhecido pelo desenvolvimento do primeiro navio a vapor comercialmente bem-sucedido, entre 1807 e 1808, Fulton construiu o submarino, ou “barco de imersão”, na esperança de que Napoleão o utilizasse em sua guerra contra a Grã-Bretanha. Os franceses e, mais tarde, os britânicos mostraram certo entusiasmo inicial em relação à ideia de Fulton, mas por fim acabaram ambos recusando apoio ao seu projeto. Fulton, então, dedicou-se aos barcos a vapor a fim de financiar sua pesquisa com submarinos. A Biblioteca do Congresso tem em sua coleção um manuscrito de 71 páginas, assinado por Fulton e datado de 10 de agosto de 1806, intitulado “Sobre a navegação e o ataque submarino”. Este documento inclui uma introdução e descrições detalhadas de 16 desenhos aquarelados, também de Fulton, que acompanham o texto.  Mostra-se aqui um dos desenhos, que foi numerado e assinado por Fulton. Juntos, eles abordam quase todos os aspectos da obra de Fulton nos campos de guerra naval submarina e de superfície. Fulton nasceu no Condado de Lancaster, na Pensilvânia. Após trabalhar como pintor de retratos em miniatura e de paisagens, em 1786, ele foi para Londres estudar engenharia mecânica. Suas outras invenções incluem uma máquina para fiação de linho, uma máquina de dragagem e o torpedo.

Bombas, válvulas de registro, câmara de água e âncora do “barco de imersão”

Bombas, válvulas de registro, câmara de água e âncora do “barco de imersão”

O primeiro submarino funcional, o Nautilus, foi construído em Paris no ano de 1801 pelo engenheiro americano Robert Fulton (1765 a 1815). Mais conhecido pelo desenvolvimento do primeiro navio a vapor comercialmente bem-sucedido, entre 1807 e 1808, Fulton construiu o submarino, ou “barco de imersão”, na esperança de que Napoleão o utilizasse em sua guerra contra a Grã-Bretanha. Os franceses e, mais tarde, os britânicos mostraram certo entusiasmo inicial em relação à ideia de Fulton, mas por fim acabaram ambos recusando apoio ao seu projeto. Fulton, então, dedicou-se aos barcos a vapor a fim de financiar sua pesquisa com submarinos. A Biblioteca do Congresso tem em sua coleção um manuscrito de 71 páginas, assinado por Fulton e datado de 10 de agosto de 1806, intitulado “Sobre a navegação e o ataque submarino”. Este documento inclui uma introdução e descrições detalhadas de 16 desenhos aquarelados, também de Fulton, que acompanham o texto.  Mostra-se aqui um dos desenhos, que foi numerado e assinado por Fulton. Juntos, eles abordam quase todos os aspectos da obra de Fulton nos campos de guerra naval submarina e de superfície. Fulton nasceu no Condado de Lancaster, na Pensilvânia. Após trabalhar como pintor de retratos em miniatura e de paisagens, em 1786, ele foi para Londres estudar engenharia mecânica. Suas outras invenções incluem uma máquina para fiação de linho, uma máquina de dragagem e o torpedo.

Cavidade da válvula de registro e detalhes da roda do “barco de imersão”

Cavidade da válvula de registro e detalhes da roda do “barco de imersão”

O primeiro submarino funcional, o Nautilus, foi construído em Paris no ano de 1801 pelo engenheiro americano Robert Fulton (1765 a 1815). Mais conhecido pelo desenvolvimento do primeiro navio a vapor comercialmente bem-sucedido, entre 1807 e 1808, Fulton construiu o submarino, ou “barco de imersão”, na esperança de que Napoleão o utilizasse em sua guerra contra a Grã-Bretanha. Os franceses e, mais tarde, os britânicos mostraram certo entusiasmo inicial em relação à ideia de Fulton, mas por fim acabaram ambos recusando apoio ao seu projeto. Fulton, então, dedicou-se aos barcos a vapor a fim de financiar sua pesquisa com submarinos. A Biblioteca do Congresso tem em sua coleção um manuscrito de 71 páginas, assinado por Fulton e datado de 10 de agosto de 1806, intitulado “Sobre a navegação e o ataque submarino”. Este documento inclui uma introdução e descrições detalhadas de 16 desenhos aquarelados, também de Fulton, que acompanham o texto.  Mostra-se aqui um dos desenhos, que foi numerado e assinado por Fulton. Juntos, eles abordam quase todos os aspectos da obra de Fulton nos campos de guerra naval submarina e de superfície. Fulton nasceu no Condado de Lancaster, na Pensilvânia. Após trabalhar como pintor de retratos em miniatura e de paisagens, em 1786, ele foi para Londres estudar engenharia mecânica. Suas outras invenções incluem uma máquina para fiação de linho, uma máquina de dragagem e o torpedo.

Mapa da costa árabe, do Mar Vermelho e do Golfo Pérsico

Mapa da costa árabe, do Mar Vermelho e do Golfo Pérsico

Este mapa da região costeira da Península Arábica e suas regiões adjacentes é do hidrógrafo e cartógrafo francês Jacques-Nicolas Bellin (1703 a 1772). Bellin esteve ligado ao Departamento Marítimo Francês por mais de 50 anos, especializando-se na produção de mapas marítimos. Ele também criou a maioria dos mapas da Histoire générale des voyages: ou Nouvelle collection de toutes les relations de voyages par mer et par terre, qui ont été publiées jusqu'à présent dans les différentes langues de toutes les nations connues (História geral das viagens ou a nova coleção de todos os relatos de viagens por mar e por terra que foram publicados até o presente em diferentes línguas de todos os países conhecidos), um compêndio de 15 volumes editado por Abbé Antoine-François Prévost (1697 a 1763) e publicado entre 1746 e 1759. Este mapa aparece no primeiro volume desta obra. O mapa mostra linhas costeiras, portos e cardumes costeiros. Em uma época em que a determinação da localização ainda era uma ciência inexata, uma nota na parte superior à direita explica o uso de três diferentes símbolos no mapa: uma estrela para indicar lugares cuja localização foi determinada por observações astronômicas de latitude e longitude; uma cruz para indicar lugares cuja localização foi determinada por observações astronômicas (apenas) da latitude; e uma cruz modificada para indicar lugares cuja localização foi determinada por observações latitudinais feitas por navegadores experientes.

Embarcação submarina, seção transversal

Embarcação submarina, seção transversal

O primeiro submarino funcional, o Nautilus, foi construído em Paris no ano de 1801 pelo engenheiro americano Robert Fulton (1765 a 1815). Mais conhecido pelo desenvolvimento do primeiro navio a vapor comercialmente bem-sucedido, entre 1807 e 1808, Fulton construiu o submarino, ou “barco de imersão”, na esperança de que Napoleão o utilizasse em sua guerra contra a Grã-Bretanha. Os franceses e, mais tarde, os britânicos mostraram certo entusiasmo inicial em relação à ideia de Fulton, mas por fim acabaram ambos recusando apoio ao seu projeto. Fulton, então, dedicou-se aos barcos a vapor a fim de financiar sua pesquisa com submarinos. A Biblioteca do Congresso tem em sua coleção um manuscrito de 71 páginas, assinado por Fulton e datado de 10 de agosto de 1806, intitulado “Sobre a navegação e o ataque submarino”. Este documento inclui uma introdução e descrições detalhadas de 16 desenhos aquarelados, também de Fulton, que acompanham o texto.  Mostra-se aqui um dos desenhos, que foi numerado e assinado por Fulton. Juntos, eles abordam quase todos os aspectos da obra de Fulton nos campos de guerra naval submarina e de superfície. Fulton nasceu no Condado de Lancaster, na Pensilvânia. Após trabalhar como pintor de retratos em miniatura e de paisagens, em 1786, ele foi para Londres estudar engenharia mecânica. Suas outras invenções incluem uma máquina para fiação de linho, uma máquina de dragagem e o torpedo.

O mais novo mapa da Arábia

O mais novo mapa da Arábia

Este mapa colorido em alemão veio a público como a placa 80 do Grosser Hand-Atlas über alle Theile der Erde (Grande atlas portátil de todas as partes do mundo), publicado pelo Instituto Bibliográfico de Joseph Meyer (1796 a 1856). O mapa exibe a Península Arábica, além de regiões vizinhas da África, incluindo o Egito, o atual Sudão e a Abissínia (atual Etiópia). As linhas coloridas são usadas para demarcar reinos e outras entidades políticas. El Bedaa, uma antiga cidade no Catar (correspondente à atual área de Al Bida, em Doha), é exibida. Três mapas inseridos no canto superior direito exibem as cidades de El Derreyeh (Ad Dir‘īyah), Mekka (Meca) e Medina. Uma característica pouco comum deste mapa é o grande número de escalas de distância fornecido, o que reflete tanto a meticulosidade do cartógrafo quanto a falta de padronização internacional naquela época. Elas incluem milhas geográficas, milhas inglesas, léguas francesas, milhas holandesas, léguas espanholas, léguas portuguesas, milhas italianas, milhas dinamarquesas, milhas suecas, verstas russas, milhas gregas e milhas náuticas. Meyer foi um empresário alemão de sucesso, que fundou o Instituto Bibliográfico como uma editora em 1826. A empresa especializou-se na produção de edições de baixo custo de obras clássicas, atlas, enciclopédias e outros livros para o grande público.

Arábia

Arábia

Este mapa da Península Arábica apareceu na edição de 1856 do atlas mundial publicado pela primeira vez por James Wyld (1790 a 1836) em 1824, e em edições sucessivas por seu filho, James Wyld, o novo (1812 a 1887). As divisões políticas são indicadas por linhas coloridas, e a escala está em milhas inglesas. Cidades, vilas, poços e rotas de caravanas para Meca são exibidas. Uma anotação no mapa reflete o estado limitado do conhecimento europeu sobre a geografia de partes da península: “O interior da Arábia é provavelmente uma grande planície que se inclina no sentido do Golfo Pérsico; uma grande proporção dele é ocupado por extensos desertos, ocasionalmente separados [sic] por pequenos oásis montanhosos”. Após estudar na Academia Militar Real de Woolwich, James Wyld, o novo, entrou na empresa de cartografia e publicação do pai, tendo eventualmente herdado-a. Wyld publicou vários mapas, muitos dos quais tinham como objetivo satisfazer o interesse do público por eventos contemporâneos, como a Primeira Guerra Anglo-Afegã, a Corrida do Ouro na Califórnia e a Guerra da Crimeia. Os mapas de Wyld tinham grande qualidade, e ele foi indicado como geógrafo da Rainha Vitória e do Príncipe Alberto.

Nordeste da África e Arábia, desenhados na escala de 1:12.500.000

Nordeste da África e Arábia, desenhados na escala de 1:12.500.000

Este mapa do Norte da África e da Península Arábica pertence à sexta edição (1875) do Stieler's Hand-Atlas über alle Theile der Erde (Atlas portátil de Stieler de todas as partes da Terra), editado por August Heinrich Petermann (1822 a 1878) e publicado pela empresa de Justus Perthes. O mapa reflete a alta qualidade da cartografia alemã na segunda parte do século XIX, bem como os avanços feitos pelos criadores de mapas alemães na incorporação, em suas obras, de descobertas da geologia, hidrografia, etnografia e outros campos científicos. O mapa utiliza códigos de cores para exibir as principais divisões políticas e étnicas da África, da Arábia e da Ásia Ocidental. Três escalas de distância são fornecidas: milhas geográficas alemãs, milhas estatutárias e quilômetros. As rotas recentes de viajantes europeus são exibidas, incluindo, na Península Arábica, Palgrave (1862), Pelly (1865) e J. Halévy (1870). O Catar é chamado de Katura. Na parte inferior direita, há um grande mapa da Abissínia (atual Etiópia) e do Sudão Egípcio, referindo-se este último ao território ao longo do Mar Vermelho correspondente atualmente à Eritreia e ao Sudão, na época reivindicado pelo Egito.

Arábia: de acordo com suas divisões modernas

Arábia: de acordo com suas divisões modernas

A “Arábia de acordo com suas divisões modernas” mostra a Península Arábica com a divisão tripartite tradicionalmente usada pelas fontes europeias: Arabia Petraea, Arabia Deserta e Arabia Felix. Os desertos, portos marítimos e bancos naturais de ostras perlíferas ao longo da costa são indicados. O Catar é exibido como Catura. Quatro diferentes escalas de distância — milhas árabes, milhas turcas, parasangs persas e milhas britânicas — são fornecidas. Publicado em 1794, o mapa foi compilado e desenhado por Samuel Dunn (1723 a 1794, aproximadamente), um professor de matemática e navegação que ofereceu contribuições originais para a solução do problema da determinação da longitude. Além de fazer mapas, Dunn escreveu vários livros sobre matemática e navegação, incluindo A descrição e o uso dos planisférios universais (1759) e Teoria e prática da longitude no mar (1778). O mapa foi publicado pela empresa Laurie & Whittle, uma parceria entre o gravurista Robert Laurie (1755 a 1836, aproximadamente) e o comerciante de impressões James Whittle (1757 a 1818), conhecida por seus mapas e cartas náuticas muito precisos.

Arábia

Arábia

John Tallis & Company foi uma empresa britânica de confecção de mapas, fundada por John Tallis (1817 a 1876), ativa em Londres entre 1835 e 1860, aproximadamente. Os mapas de Tallis eram conhecidos por suas informações precisas, com vários topônimos e detalhes geográficos, bem como pelo uso de áreas escurecidas para indicar características topográficas. Eles podem ser identificados pela rolagem das bordas e pelas cenas bem desenhadas nas margens dos mapas, que John Tallis e seus ilustradores tiravam de registros de viagens e de outras fontes escritas. John Rapkin (1815 a 1876) foi o principal gravurista da empresa, tendo desenhado e gravado a maioria dos mapas de Tallis. Este mapa da Arábia, de Rapkin, mostra as características físicas, vilas e povoados, além de rotas de caravanas pelo deserto, que levavam principalmente à cidade sagrada de Meca. A extensão geográfica da região definida como Arábia é indicada por uma linha vermelha, incluindo não apenas a Península Arábica como também regiões dos atuais Egito, Jordânia e Síria. As ilustrações nos quatro cantos do mapa mostram um camelo sob uma palmeira, mulheres árabes carregando jarros com água, o Monte Sinai e dois homens árabes, um deles sobre um cavalo e, o outro, a pé. As ilustrações foram feitas por H. Warren e gravadas por John Rogers, que produziu várias gravuras em metal para Tallis.

Um novo mapa da Arábia: dividida em suas várias regiões e distritos

Um novo mapa da Arábia: dividida em suas várias regiões e distritos

Este mapa da Arábia, publicado em Londres em 1794, é uma tradução em inglês de um mapa do cartógrafo e geógrafo francês Jean-Baptiste Bourguignon d'Anville (1697 a 1782). Indicado como principal geógrafo do rei da França em 1773, d'Anville foi um dos mais importantes criadores de mapas do século XVIII, conhecido pela precisão e qualidade científica de suas obras. A obra apresentada aqui declara conter “Adições e aperfeiçoamentos do Sr. Niebuhr”, uma referência a Carsten Niebuhr (1733 a 1815), um explorador e engenheiro civil dinamarquês de origem alemã que viajou pela Arábia e pelo Iêmen entre 1762 e 1767, cuja obra Viagens pela Arábia e por outros países do Oriente (uma tradução abreviada do título original em alemão) foi publicada em Edimburgo em 1792. O mapa inclui cidades e vilas, linhas costeiras, rotas de caravanas para Meca, poços, minas e outras características geográficas, além de breves notas sobre os povos e reinos da Península Arábica. O Catar é chamado de Catura, com a anotação “Costa pouco conhecida” constando logo ao sul de sua localização. Quatro escalas de distância são fornecidas: grandes milhas árabes, grandes parasangs ou léguas persas, léguas marítimas e milhas britânicas. O mapa foi publicado pela empresa londrina Laurie & Whittle, uma parceria entre o gravurista Robert Laurie (1755 a 1836, aproximadamente) e o comerciante de impressões James Whittle (1757 a 1818), conhecida por seus mapas e cartas náuticas muito precisos.

Mapa do Golfo Pérsico

Mapa do Golfo Pérsico

Este mapa do Golfo Pérsico é do cartógrafo francês Jacques-Nicolas Bellin (1703 a 1772). O Catar é exibido como Catura. As cidades, tanto no lado árabe quanto no lado persa do golfo, são indicadas, e o mapa exibe um rio que deságua no golfo do porto de Julfar (atual Ra's al-Khaymah, Emirados Árabes Unidos). A escala está em léguas comuns e não há linhas latitudinais ou longitudinais. Treinado como hidrógrafo, Bellin era ligado ao Departamento Marítimo Francês e havia se especializado em produzir mapas marítimos de regiões costeiras. Seus mapas pertencem à tradição de Nicolas Sanson (1600 a 1667), geógrafo real dos Reis Luís XIII e Luís XIV, normalmente, chamado de pai da cartografia francesa, e de Guillaume de l'Isles (1675 a 1726), pertencente a um grupo de cartógrafos franceses que roubaram dos holandeses, no século XVII, o protagonismo na confecção de mapas. Como Sanson e de l'Isle, Bellin dava maior ênfase à precisão científica do que à beleza artística por si só. Em 1764, ele publicou Le Petit Atlas Maritime: Recueil de Cartes et de Plans des Quatre Parties du Monde (Pequeno atlas marítimo: coleção de mapas e planos dos quatro cantos do mundo), uma obra em cinco volumes que continha 581 mapas. Este mapa aparece como placa 8 do volume 3 da obra mencionada, que continha mapas da Ásia (parte I) e da África (parte II).

Pérsia, Arábia, etc. de Colton

Pérsia, Arábia, etc. de Colton

Este mapa, que mostra a Península Arábica, a Pérsia (atual Irã), o Afeganistão e o Baluchistão (atualmente, Irã e Paquistão), foi publicado em 1855 pela J. H. Colton & Company, de Nova York. São usadas cores para indicar fronteiras e certas províncias ou áreas assentadas. O mapa inclui cidades, montanhas, estradas e algumas notas sobre características topográficas. A antiga cidade catarense de Al Zabara é exibida. O mapa é acompanhado por um resumo de uma página sobre a geografia, o povo, os locais mais importantes e a história recente do Afeganistão e do Baluchistão. O mapa apareceu mais tarde na edição de 1865 do Atlas geral de Colton e reflete o grau geral de conhecimento geográfico sobre o Oriente Médio nos Estados Unidos de meados do século XIX. A J.H. Colton & Company foi fundada na cidade de Nova York, provavelmente em 1831, por Joseph Hutchins Colton (1800 a 1893), natural de Massachusetts, que havia recebido apenas educação básica e possuía pouco ou nenhum treinamento formal em geografia ou cartografia. Colton transformou a empresa em uma grande editora de mapas e atlas, adquirindo os direitos autorais e republicando outros mapas antes de começar a criar seus próprios mapas e atlas. Na década de 1850, a empresa tornou-se a G.W. & C.B. Colton Company, após Colton trazer seus filhos George Woolworth Colton (1827 a 1901) e Charles B. Colton (1832 a 1916) para o negócio. Como visto neste exemplo, praticamente todos os mapas de Colton eram emoldurados por bordas decorativas de videiras entrelaçadas, flores ou formas geométricas.